Seguidores

Tecnologia do Blogger.
quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Veja relatos de vítimas do ex-médico Roger Abdelmassih

Ex-médico chegou a São Paulo na tarde desta quarta-feira (20).
Grupo de mulheres foi ao aeroporto de Congonhas acompanhar prisão.


]
Vanuzia Leite Lopes, criadora da associação de vítimas
"Eu estou curada. Ele está entrando preso e eu estou livre. Eu fiquei dois anos sem sair de casa, com pânico desse homem", contou.

"Ele me violentou quando eu estava sedada, só que eu acordei alguns minutos antes e consegui me desvencilhar e fazer o exame de corpo de delito. Fui a vítima que teve a prova cabal contra ele porque tive esse documento”, disse.

"Ele não vai sair (da prisão). Eu agi em legítima defesa hoje e esses anos todos para colocar ele aqui de volta. Ele destruiu vidas."

"Eu tenho nojo desse homem, tenho medo. Ele acabou com a minha vida e com a vida de milhares de mulheres. Seja bem-vindo ao inferno. Você não vai sair daqui, não tem ministro que vai tirar você daqui mais. Eu estudei direito, eu derrubo qualquer tese. Eu estudei direito para isso"
"Nós juntamos 300 documentos, mandamos para todos os veículos, para a polícia e fomos nós que conseguimos tudo. Contas de telefone, endereços, transferências bancárias. Faz três anos que eu converso com denunciantes, que eu conto a minha história, dizendo que ele fez sexo anal comigo, que ele me passou uma bactéria. Eu me humilhei".
"Não tenho medo que ele saia, ele não vai sair. Eu agi em legítima defesa hoje e esses anos todos para colocar ele aqui de volta. Nós vamos também na ONU representar como crime contra a humanidade porque ele misturou os nossos embriões com o de animais. Ele destruiu vidas"
"Ele disse uma vez que ele era o Deus aqui na terra. E agora pra onde ele vai é o inferno. Ele não é Deus lá não."
Yvany Serebenic, empresária
"Me paralisei (ao saber da prisão). Não sei se sinto fome, cansaço. Se ele não vai dormir, eu também não. Enquanto não vi as imagens não acreditei. Eu achei que ia ficar muito feliz, mas não conseguia imaginar a sensação. Agora o medo é dele não ficar preso."
"Eu quero que ele apodreça na cadeia. Que ele viva muito para ele poder apodrecer e pensar e pagar por tudo que ele fez com a gente. Nós vamos até o fim, vamos continuar lutando."
"Eu recebi de forma bastante satisfeita, com sensação de ter ajuda nisso. Nós, vítimas, contribuímos bastante com as denúncias. Recebíamos várias informações e íamos municiando a polícia. Eram informações de verdade, porque graças a ela a gente consegui desvendar esse paradeiro misterioso."
“Logo que denunciei recebi telefones dizendo que iam acabar comigo, iam me destruir. Que eu ia pagar. Foram buscar diagnóstico meu antigo para saber se eu tinha problema de engravidar. Tentavam alegar que eu não tinha procurado tratamento com ele.”
”Apelo para a Justiça para que ele fique realmente preso, que ele viva muito e pague dentro da prisão pelos crimes que cometeu. Se mais uma vez esse homem for solto quem vai viver foragida somos nós.”
"Ele destruiu famílias, destruiu sonhos de mulheres, casamentos e familias. (...) Perdi parte da saúde, fiquei doente, não tive filho, não consegui engravidar, minha vida ficou caída, me separei do meu marido, fiquei um ano, dois anos sem ninguém encostar em mim."Maria Silvia de Oliveira Franco, artista plástica
"Todo mundo que foi vítima dele, não poder ter uma sensação melhor do que essa justiça sendo feita. Eu tinha certeza que isso ia acontecer."
“Ele me fez abortar com quatro meses, sozinha em casa, sem amparo médico. Ele não me deixou ir para o hospital. Ele mandou eu pegar o meu feto e colocar na geladeira, porque ele queria analisar o meu feto. Esse homem é um monstro. Ele pegou os meus embriões, ele implantou em outras mulheres, eu tenho filhos por aí. A gente está mostrando o rosto para essas crianças, esses adolescentes, para nos encontrarem um dia.”
“A defesa dele dizia que eram mulheres frustradas que não conseguiam ter filhos que estavam entrando contra ele e que poderiam estar confundindo as coisas. Ele me agarrou e eu estava lúcida, e eu engravidei de gêmeas dentro da clínica dele, então, eu derrubo a defesa dele. Não tem defesa. Ele é safado, ele é estuprador, ele é um monstro sim.”Helena Leardini
“Ele me agarrou e beijou à força. Eu estava lúcida. Eu estou me sentindo emocionada pelas meninas, mas é alívio. É difícil encarar um homem que fez o que fez com essas pacientes."
“É difícil você encarar um homem que fez o que ele fez. Nós sabemos de detalhes do que ele fez com mulheres que é terrível. Pacientes que retalharam as coxas porque era onde ele pegava, mulheres que apanharam dos maridos, que foram abandonadas.”
“Nós estamos aqui dizendo que agora é a nossa vez. Nós nos juntamos e conseguimos prender esse safado.”
"A gente não quer o dinheiro dele, a gente quer justiça. Ele foi condenado a 278 anos de prisão e a gente quer ele preso."
fonte:g1
Comentário:
Anos e anos da vida de mulheres foi perdida por culpa desse ridículo(melhor expressão adequada ) tenho nojo de pessoas assim  como ele NOJO.É uma pena que a maioria não passe dos 100 anos de idade porque,eu pagava para ver esse miserável apodrecer na prisão!Escolhi essa reportagem para esse tópico pois,ele não teve o mínimo de étnica pois,tantas pessoas tentando e lutando para conseguir um diploma de medicina e esse cara tem uma profissão,podendo fazer o bem mas,muito pelo contrário,ele ficaVA destruindo famílias ou qualquer sonho de mulheres guerreiras que tiveram a coragem de mostrar seus rostos ao mundo defendendo seus princípios cada vez mais.Ao ler essas reportagem eu penso que eu nunca poderia fazer parte da polícia ou algo assim pois,eu não iria conseguir me controlar ao ver um cara desses sendo preso eu ia acabar com ele antes mesmo de chegar na delegacia então,pelo visto esses tipos de profissões (que eu admiro muito)não foram feitas para mim!






O que é transtorno bipolar?



O transtorno bipolar é uma doença mental em que o paciente alterna estados de euforia e depressão, além de fases de "normalidade" intercaladas. A causa exata é desconhecida, mas os cientistas acreditam que esteja ligada à genética - segundo a Associação Brasileira de Transtorno Bipolar, 50% dos portadores da doença apresentam pelo menos um familiar afetado. Há dois tipos de transtorno bipolar: o I, que é a doença propriamente dita, e o II, em que os episódios de depressão e hipomania (versão mais leve da mania, como é chamada a fase de euforia) são mais curtos e mais espaçados entre si. O primeiro tipo atinge cerca de 1% da população e fica no 10º lugar entre os transtornos mentais mais comuns. O segundo tipo atinge cerca de 8% da população. "O tratamento depende da fase e da gravidade e sempre envolve medicamentos, em geral estabilizadores de humor", explica o psiquiatra Eduardo Pondé, professor-adjunto do Instituto de Ciências da Saúde da UFBA. Mas só remédio não basta: é preciso tratamento psicológico para ajudar o paciente a aceitar e controlar a doença.
1°Fonte - PESQUISA FEITA NA POPULAÇÃO AMERICANA DE 18 A 54 ANOS PELO NATIONAL INSTITUTE OF MENTAL HEALTH
2°mundo estranho

Comentário:
Penso que o 1°passo para começar a tratar o transtorno é aceitar que você possui ele pois,para uma pessoa que muda de humor repentinamente imagina conseguir aceitar de fato que tem uma doença dessas.Também penso nas pessoas que convivem com a bipolar deve ser muito difícil lidar até porque a cada momento tem humor diferente!Eu não fazia a miníma idéia que há dois tipos de transtorno mas,pelo visto ele existe e há um mais raro que o outro.
Estava pesquisando é descobri que o diagnostico do transtorno bipolar pode demorar até 10 anos entretanto,pode acontecer milhares de ações impensáveis para uma pessoa que tem essa doença um exemplo é o suicídio.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Fotógrafo francês registrou mais de 400 bailes e mostra o funk como você nunca viu; leia entrevista

Vincent Rosenblatt comentou a pacificação das favelas e a sensualidade do funk carioca


Reprodução
Fotografia de Vincent Rosenblatt é projetada em baile no Morro do São João, Rio de Janeiro
Batidas pesadas, sensualidade, dança e letras polêmicas. Ostentação e milhões de visualizações no Youtube. Um grito ritmado que surgiu nas favelas do Rio de Janeiro e atingiu as periferias de todo o país.
Amado ou odiado, o funk é uma fenômeno no Brasil. E foi um fotógrafo francês que retratou o movimento como ninguém havia feito antes na série fotográfica “Rio Baile Funk! Favela Rap (2005- 2014)”.
Vincent Rosenblatt, 41, vive no Brasil há 12 anos e e registrou mais de 400 bailes – 400 noites varadas em quase 100 localidades diferentes
“A verdadeira face da pacificação foi transformar as favelas em dormitórios, onde o povo não tem mais o direito de ouvir suas músicas e fazer suas festas” 
“Escutando funk você sente o pulso da sociedade e as relações entre gêneros, classes e raças”  
''O funk é um indício da verdadeira face da pacificação que é o controle social e cultural. O cúmulo do absurdo é você ir em uma boate de Ipanema ou Copacabana e tocar o som dos funks proibidos nas favelas”  
fonte:catraca livre
Comentário:
Essa reportagem estava em meu Facebook então,achei ela tão diversificada que não pude deixar de botar aqui!
Vou falar a verdade,eu não gosto de funk porem,respeito até porque 'Não faço com outros o que eu não gostaria que fizessem comigo' respeito como respeito qualquer tipo de religião ou de estilo de musica.Tenho opinião formada sim sobre o funk porem,prefiro não comentar
Essa reportagem ta mais do que certa pois,em qualquer boate por aí toca todos os estilos de música então,porque não tocaria o funk?
 Eu decidi ver as fotografias que Vincent expôs porem,não botei nenhuma aqui porque,são bastante polemicas mas,arte é arte e não tem como você não admitir!
Até porque a qualidade das fotos estão excelentes e eu até gosto de saber que tem exposições assim nesse estilo pois,não esconde o que o Brasil tem de culturas diversificadas!
Mostrar mundo à fora que o funk tão odiado ou amado tem lados positivos e negativos!

Lanchonete no Rio oferece R$ 300 para quem comer supersanduíche

'Sete Pecados' tem sete camadas de hambúrgeres, ovos, bacon e queijos.
G1 levou dois jovens para encarar desafio, mas nem com ajuda venceram.


Uma lanchonete na Ilha do Governador, Zona Norte do Rio, mantém, há mais de 10 anos, um desafio que parece humanamente impossível de ser cumprido sozinho: devorar um sanduíche, que é servido em uma telha de aproximadamente 55 cm, em 45 minutos. O prêmio é de R$ 300, pago em dinheiro, para o comilão que conseguir completar a façanha.
O G1 convidou dois jovens, que se dizem apreciadores da chamada gastronomia ogra, para encarar a empreitada. Nem com a flexibilização do regulamento e a ajuda de um terceiro eles conseguiram vencer.
“Sete Pecados” é o nome da “grosseria” servida pela Supersanduicheria. É apenas um pão, mas recheado com sete hambúrgueres, sete ovos com bacon, sete fatias de presunto, sete fatias de queijo mussarela, sete fatias de provolone, sete fatias de cheddar e sete porções de catupiry. Ele custa R$ 150. A lanchonete oferece uma versão menor dele por R$ 78, mas que não vale para o desafio proposto.
“Em oito anos que trabalho aqui só vi um cliente ganhar. Mas ele só conseguiu porque o dono [da lanchonete] fez vista grossa e ajudou. Mas a regra é que a pessoa coma tudo, sem deixar nada. Não pode nem golfar. A gente filma ele comendo”, contou José Severino da Silva, 30 anos, o Zezito, gerente da lanchonete que funciona na Praça do Grego, no sub-bairro de Jardim Guanabara.
Depois do convidadado do G1 desistir de encarar desafio sozinho, lanchonete flexibilizou regras e permitiu que ele fosse em dupla (Foto: Daniel Silveira / G1)
O professor Allan-Kardec Santos Vieira, 25 anos, é um dos idealizadores e autores de um blog que avalia “podrões” - como são chamados os lanches populares servidos nas ruas do Rio. Ao ser desafiado pelo G1, ele garantiu ser capaz de conquistar o prêmio. Porém, na hora do desafio, ao ter a real noção do tamanho do sanduíche, assumiu que não conseguiria sozinho. “Eu comi cinco pães mais cedo. Não vou conseguir”, disse na tentativa de justificar o arrego.O dono da lanchonete, o empresário Alex Mário Carvalho, 48 anos, queria ver o “sete pecados” ser vencido. Propôs então que o analista de sistemas Yuri Roberto, 26, amigo de Allan-Kardec, também idealizador e autor do Guia do Podrão.

Para que o desafio fosse cumprido em dupla, no entanto, mais três camadas de carne, ovos com bacon, presunto e queijos foram acrescentadas ao sanduíche. Só as carnes pesavam juntas cerca de 2 kg, já que eram dez hambúrgueres de 200 gramas cada.

Quando o gerente Zezito colocou as duas telhas sobre a mesa, clientes da lanchonete lançaram olhares de espanto. Uma pequena plateia se formou para ver a dupla comer. Houve até salva de palmas para embalar a mastigação dos dois amigos. “Pensa não cara. Põe pra dentro sem nem sentir o gosto”, aconselhou Allan-Kardec ao amigo Yuri. “Acho que não vai dar, é coisa demais”, disse Yuri.

“Troco meu prêmio por um antiácido agora”, foi o que Allan-Kardec disse após comer apenas duas camadas do sanduíche. “É muita coisa, muito pesado. É impossível comer isso tudo. Eu já não aguento mais”, admitiu Yuri.
Dupla mal conseguiu comer metade do sanduíche e ganhou ajuda de um terceiro rapaz (Foto: Daniel Silveira / G1)


Quando o cronômetro marcava 23 minutos, o sanduíche estava na metade. Os dois amigos admitiram que não conseguiriam terminar de comê-lo. Alex, o dono, convidou um dos espectadores para ajudar a dupla. “Vamos que vamos”, disse animado o balconista Jailson Rocha, 21 anos.

O cronômetro marcou 45 minutos e ainda havia muito dos sete pecados na mesa. Alex permitiu um acréscimo de cinco minutos. Restaram três camadas de sanduíche na telha e restos nos pratos dos três desafiantes. “Eu estou empanzinado”, reclamou Allan-Kardec. Yuri reclamava mal conseguir respirar. Jailson dava risadas e prometia encarar sozinho o desafio em outra oportunidade.
“Muita gente vem aqui só por causa do desafio. É uma farra. Que venham mais desafiantes. Concedo ajuda para quem animar”, destacou Alex, orgulhoso de seu sanduíche colossal.
 fonte:G1
Comentário:
Essa reportagem me chamou muita atenção pois,a pouco tempo eu fui nessa lanchonete e observei no cardápio esse  desafio queria até tentar mas,sei que iria fracassar(hahaha)então é melhor eu continuar comendo meu pequeno e normal hambúrguer!
Se eu fosse desafiada eu iria ficar sem comer durante um dia só pra ter fome mas,acho que depois eu iria ficar mais de um mês sem comer fast-food!
Tenho uma dúvida pois,se os participantes não conseguirem comer tudo eles depois teriam que pagar pelos hambúrgueres?Porque imagina cada semana um tentar vencer 'os 7 pecados' isso será um prejuizo e tanto!
sábado, 16 de agosto de 2014
6 mitos sobre depressão desmascarados

Entenda porque, quando lidamos com pessoas depressivas da maneira errada, estamos piorando a forma como se sentem


Vincent Van Gogh, Kurt Cobain, Cleópatra, Fausto Fanti e Robin Williams. Esses são alguns dos nomes que decidiram encurtar a sua estadia na Terra, resultado da incompatibilidade social e filosófica entre idealização e mundo real.  Para algumas pessoas, sentir-se “desencaixado” da realidade não é apenas um momento de falta de controle, e sim um tormento constante.
A depressão é um mal que associa a mente ao corpo, já que a tendência para o desequilíbrio é hereditária, genética e influenciada por infinitos fatores, como família, amigos, relacionamentos, educação, uso de drogas, vida profissional e religião, entre muitos outros. Quando alguém entra em depressão, suas células são alteradas e todo seu metabolismo acompanha a transformação. Felicidade, bem estar e motivação se tornam palavras sem sentido,  mas isso não significa que um depressivo esteja sempre triste. Na verdade, a depressão é a ausência de prazer em viver, e não necessariamente a tristeza.
Por isso, muitas pessoas entram em depressão ao chegar na velhice, como Williams, ou ao considerarem suas carreiras insatisfatórias, como pode ter sido o caso de Fanti. Para ajudar a identificar e agir da maneira certa diante de pessoas com depressão (e até descobrir se você não é uma), desmascaramos 6 mitos sobre a doença:
1) Depressão é oficialmente uma doença, e não uma “frescura”

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a depressão é uma doença e requer tratamento médico e psiquiátrico, o que varia muito dependendo do caso. Apesar de episódios de depressão serem comuns na vida de todos, a prisão no estado é uma doença e altera o funcionamento cerebral, precisando de mais do que uma mudança de atitude para ser sanada.
2) Depressivos sofrem preconceito

As associações a psiquiatras como médicos de gente doida ou que não tem o que fazer é um grande problema para quem quer procurar ajuda, que acaba criando um estigma em torno da depressão. Pela repressão social, muitas pessoas também escondem esse estado, o que faz com que se revele em estágios muito mais perigosos.
3) Às vezes, só conversar não adianta

Conversas podem surtir efeito a curto prazo, mas não a longo. Se uma pessoa tem tendências suicidas ou sente desprazer em viver, é aconselhável que vá a um médico. Essa é a recomendação de profissionais, que afirmam que dar tapinhas nas costas e dizer coisas como “mas tente ficar feliz” ou “tudo vai passar” são inúteis, da mesma forma que falar para alguém numa cadeira de rodas tentar andar. Não importa o quanto ela se esforce, seu corpo a impede, da mesma forma que hormônios e traumas o fazem para um deprimido.
4) Qualquer um pode ter

A falta de sono, uma rotina estressante, a solidão e violência são algumas das causas mais comuns para a depressão, que pode acometer pessoas de qualquer sexo, idade, classe econômica ou cultura. Como dito anteriormente, genética e fatores alimentares, químicos e sociais estão diretamente envolvidos com a doença, que pode ser catalisada e iniciada de diversas formas.
5) Depressão é um problema também para a vida profissional

Em 2013, a OMS divulgou que 350 milhões de pessoas têm depressão no planeta, 5% da população mundial. De acordo com a revista PLOS Medicine, ela é a segunda maior causa de invalidez no trabalho, ficando atrás apenas de dor nas costas. Estima-se que 20% das pessoas teve ou terá depressão ao longo da vida.
6) Sintomas físicos podem ser notados

Apesar do comportamento e da mente serem os principais afetados, o corpo também reage à depressão, criando um ciclo vicioso extremamente nocivo. Excesso ou falta de sono, apetite, apatia, desinteresse, choro sem motivo, irritabilidade, perda ou ganho de peso são alguns dos reflexos do estado.
fonte:fatosdesconhecios.com.br 
Comentário:
Essa reportagem me chamou atenção pois,estou estudando isso em ciências e ao ler essa reportagem adquiri melhor conhecimento!
Nessa reportagem não fala mas,eu sei que essa doença pode afetar crianças também, difícil de acreditar,né?
Ano passado eu e minha família sofremos uma perda muito grande de uma pessoa muito especial para nós isso gerou algumas consequências e uma delas foi a depressão...Eu sei exatamente como é difícil lidar com alguem com essa doença pois,tem que ter muita paciência e isso é uma coisa que eu não tinha mas,tive que aprender a ter..
Também tem a questão do medo pois,a pessoa não tem vontade de viver!
Os remédios que são recomendados para esse tipo de doença são extremamente viciantes então,aos poucos o medico tem que ir diminuindo a dosagem!
  

Brasília amanhece com 594 vassouras na Esplanada dos Ministérios


Estadão.com.br A ONG Rio da Paz colocou no gramado da Esplanada dos Ministérios, em Brasília,  594 vassouras nas cores verde e amarela como forma de protesto contra a corrupção. As vassouras representam 513 deputados federais e 81 senadores e ficarão fincadas no local até as 15 horas. A inteção é entregar um exemplar para cada [...]



A ONG Rio da Paz colocou no gramado da Esplanada dos Ministérios, em Brasília,  594 vassouras nas cores verde e amarela como forma de protesto contra a corrupção. As vassouras representam 513 deputados federais e 81 senadores e ficarão fincadas no local até as 15 horas. A inteção é entregar um exemplar para cada parlamentar.
A ONG é a mesma que realizou o protesto na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, na semana passada. A ideia surgiu depois que o senador Pedro Simon (PMDB) disse que gostaria de receber uma vassoura em Brasília. Além de pedir a limpeza da corrupção no País, a ONG A ONG pede ao Congresso que se envolva na luta do povo brasileiro pelo fim da corrupção e a aprovação do fim do voto secreto.
Depois, ainda no Rio, um ato idealizado a partir das redes sociais com o apoio de mais de 33 mil usuários no Facebook, conseguiu reunir cerca de 2,5 mil pessoas na Cinelândia, de acordo com a Polícia Militar.
fonte:http://blogs.estadao.com.br
Comentário:
Tenho vergonha de pertencer a essa pátria ...É muito bom saber que ainda tem gente se importando pois,as vezes parece que a maior parte da população está dormindo!
Agora está chegando as eleições e eu aposto que vai ter muita gente jogando fora aquele voto!
Quando passamos pela 'Era do Collor' só conseguimos sair daquela 'Era' porque,a mídia nos ajudou,incentivando o Brasil a mudar,e mudou!
Nós brasileiros enchemos a boca para falar que somos pentacampeões e daí?Isso não vai mudar meu futuro em NADA..Pra falar a verdade eu gostei muito que o Brasil não conseguiu o hexa,sabe por que?
Porque o Brasil ia ficar mais cego do que já tá,não vou negar que assisti os jogos que torci e muito!
Somos conhecidos no mundo todo pelo futebol,pela mulheres mais bonitas porem,não me orgulho disso,preferiria ser conhecida pela melhor tecnologia como é o caso dos EUA..aiai ainda temos muito que melhorar né Brasil? 
sexta-feira, 15 de agosto de 2014

"Quero viver em paz!": garota narra no Twitter seu dia a dia em Faixa de Gaza

Aos 16 anos, Farah Baker transformou rede social em um diário aberto. A foto de perfil é uma selfie mostrando os olhões azuis. Até aí, normal para uma menina no auge de seus 16 anos. Mas Farah Baker está longe de ser uma adolescente com uma vida convencional. No próprio perfil do Twitter, ela se descreve como uma garota "moderna" da Palestina.

A jovem Farah Baker sente diariamente o drama de viver bem no meio do conflito da Faixa de Gaza. Você já deve ter escutado falar sobre ele na escola, nos telejornais... Na vida! Mas, apesar de o assunto estar sendo muito discutido, nem todo mundo entende realmente o que está acontecendo por lá. Foi por isso que Farah decidiu narrar as suas experiências pessoaos no Twitter e mostrar ao mundo como é morar na Palestina atualmente. 

De 800, Farah passou para 190.000 seguidores! Em seus tweets, ela conta como é escutar o toque de recolher, como é ver as pessoas lutando desesperadamente por suas vidas, e posta fotos tiradas por ela mesma. Farah dá detalhes sobre o conflito para "fazer outras pessoas sentirem como se elas também estivesse passando por isso".
Os depoimentos que mais impressionam são aqueles que contam a realidade dos hospitais da Cidade de Gaza. Os detalhes ficam por conta do pai de Farah, que é cirurgião no hospital Shifa, pertinho de sua casa.
A garota se inspira muito em Anne Frank e, apesar dos tweets mostrando a destruição de Gaza, ela ainda carrega consigo uma pontinha de esperança de que tudo vai melhorar. "Queria gritar: 'quero viver em paz!'", declarou em entrevista para o jornal El País.

 
Para incentivar os seguidores, Farah criou as hashtags #GazaUnderAttack e #GazaUnderFire, que você também pode usar e entrar na luta contra os conflitos cruéis na Faixa de Gaza.
Fonte:Revista Capricho
Comentário:
Fiquei chocada ao ler essa reportagem!!
Eu estava mexendo em meu Facebook quando me interessei por essa reportagem,até porque,eu tive a oportunidade de ler Anne Frank..Só damos importância ao que temos quando percebemos como está o mundo,quantas pessoas devem estar sofrendo?e as famílias que foram destruídas?Aí,percebemos a sorte que temos em ter uma casa,ter uma escola,ter comida,poder sair na rua sem me preocupar em ser acertada por uma bomba...
Fico assustada em saber que uma menina de 16 anos ta passando um choque de realidade como esse..toque de recolher??Que século nos estamos??
Enquanto tem gente perdendo tempo em apps na internet para falar mal dos outros..tem gente usando para mostrar a realidade!
 
domingo, 18 de maio de 2014

Como o ser humano envelhece?


184204322
O principal motor do envelhecimento humano fica dentro de nossas células. Lá, as mitocôndrias fazem a respiração celular para produzir energia, mas acabam gerando como resíduo radicais livres, moléculas com um elétron a menos e que reagem facilmente, danificando a própria célula. Com o tempo os danos se acumulam, fazendo o corpo envelhecer. Além disso, a divisão celular desordenada também ajuda a envelhecer. Ao longo da vida, algumas células se multiplicam constantemente. A cada divisão, fragmentos de DNA são perdidos, causando pequenos erros genéticos que são passados para as células-filhas. Isso acontece até que a célula não consegue mais se dividir ou é destruída pelo próprio organismo por conter muitos erros. Aí, game over.
Velho é a vovozinha
Como cada parte do corpo mostra que o prazo de validade está chegando ao fim
HEEEEEIN?!
Algumas células do aparelho auditivo não se renovam e vão ficando cada vez mais danificadas, tornando difícil ouvir sons agudos. Além disso, os cílios que levam o som para dentro do ouvido caem, e os ossículos internos (martelo, bigorna, estribo e cóclea) que têm a mesma função ficam mais duros. Resultado: a gente tem que falar mais alto para a vovó ouvir
OSSO MOLE DE ROER
O tecido ósseo é formado principalmente pelos osteoblastos, células que produzem osso, e osteoclastos, que absorvem. Depois dos 45 anos de idade, os osteoclastos dominam, e passamos a perder 5% de massa óssea a cada dez anos, ficando com o esqueleto mais frágil. Quem tem osteoporose, pior ainda: perde até 25% por década
FORÇA NA PERUCA
Cabelo e pele envelhecem lado a lado. Células da raiz dos fios de cabelo param de produzir melanina, deixando a cabeleira branca - já a calvície não tem a ver com a idade; é genética. A flacidez e afinamento da pele vêm da queda na produção de colágeno. O afinamento acaba causando as rugas, mais acentuadas no rosto por causa dos músculos da face
VISU EMBAÇADO
Você certamente já ouviu seu avô reclamando de vista cansada. Ela é causada por problemas no cristalino, parte do olho que vai ficando rígida e opaca, dificultando a focalização de objetos. A opacidade gera ainda catarata. Aos 60 anos, as pupilas, que aumentam e diminuem com a diferença de luz, têm um terço do tamanho que tinham aos 20 anos, por isso fica mais difícil se adaptar ao lusco-fusco
SÓ O PANCEPS CRESCE
A menor produção de células e a queda do nível de alguns hormônios causam perda de massa muscular - são 3 quilos a menos a cada dez anos! O relaxamento muscular forçado pode até prejudicar os músculos da bexiga e dos esfíncteres, que ficam flácidos e acabam não segurando o tchan. Daí, dá-lhe fralda geriátrica...
fonte:Mundo estranho
Comentário:
Eu sou muito curiosa é esse site chamado Mundo Estranho ele só fala de curiosidades...A velhice vai chegando e vamos notando as características dela como a pele enrugada,dores,cabelos brancos mas, não quer dizer que a vida acabou nunca é tarde para se renovar pois, você não precisa a ficar parada o mundo gira e você tem que acompanha-lo!Na minha opinião quando eu ficar idosa não quero ficar parada como muitos são!Eu quero poder fazer as minha coisas sem depender de ninguém um exemplo é a minha avó ela é super ativa,não precisa de ninguém para fazer nada,ela sabe se virar,ficar parado é muito chato! hahah

'Os fortes que perdoam' diz Daniel Alves sobre ato racista de torcedor

Na noite deste sábado (4), o jogador brasileiro revelou, com exclusividade, que não acredita que o torcedor mereça uma punição severa. Artistas brasileiros também opinaram sobre a campanha “somostodosmacacos”.

O repórter Marcos Uchoa estava em Paris, pegou um voo para Barcelona e conversou com Daniel Alves na noite deste sábado (4), sobre a polêmica da banana.
Marcos Uchoa: Daniel, acho que você não podia imaginar que aquele teu gesto pudesse ter a repercussão que teve, né? Hoje, no jornal, a Serena Willians, grande tenista americana, comentando que se necessita muita coragem para fazer o que o Daniel Alves fez. Você imaginava que a repercussão fosse mundial?
Daniel Alves: Quando eu cobrei, caiu aqui na minha frente e o meu gesto foi pegar e comer. Mas sem pensar no que aquele gesto ia causar. Tentando dar uma resposta inteligente a um ataque e acabou tendo essa repercussão toda.
A campanha contra o racismo começou logo depois do jogo, quando Neymar publicou na internet uma foto com uma banana. E embaixo dela a hashtag: #somostodosmacacos.
Uma hashtag é mais do que um rótulo de uma foto. É um comando. É um movimento que quer começar.
#somostodosmacacos se espalhou. No boca a boca. Como um vírus. Viralizou. Em poucas horas, milhares de pessoas, tinham sido contaminadas.
“Todo mundo entrou nesta onda porque gente, somos todos macacos, por favor. E não me venha com ‘chorumelas’”, diz a atriz Luana Piovani.
“Sobre o racismo, a premissa de que somos iguais. E somos mesmo, independente da cor da pele, é uma máxima que não dá para se discutir”, afirma o apresentador Luciano Huck.
“Somostodosmacacos” tinha mesmo tudo para ser um fenômeno, segundo Jonah Berger, que escreveu um livro sobre como as coisas se espalham pela internet. “As pessoas compartilham quando a ideia faz bem para a imagem delas. A coisa legal da campanha #somostodosmacacos é que é algo em que todo mundo acredita”, analisa Jonah Berger.
Na televisão, a causa da banana ganhou espaço. E só depois se descobriu que havia algo por trás.
Antes mesmo de Daniel Alves comer a banana, uma agência de propaganda já tinha criado a frase "somostodosmacacos" a pedido de Neymar.
“Quando aconteceu com ele no campo do Espanhol a gente conversou em fazer uma campanha para ir contra o racismo. Mas a gente não esperava que essa situação fosse acontecer outra vez. Que fossem no estádio com uma banana para jogar em alguém”, conta Daniel Alves.
“Todo mundo comprou a briga. E não deixa de ser uma campanha positiva porque a gente não aguenta mais essa história de preconceito. Então poderia ser uma coisa só muito legal”, diz a atriz Luana Piovanni.
“Se eles tiveram ou não ajuda para esta reação, a mim não incomoda nem um pouco. A gente vê o mundo inteiro discutindo isso. Jogadores do mundo todo. Pessoas do mundo inteiro falando sobre isso”, afirma Fátima Bernardes.
“Eu acho que hoje o acesso à internet está muito, muito grande. Qualquer coisa que se publique na internet, gera uma especulação, gera um debate. Porque não utilizar para fazer algo diferente e criar uma conscientização de que somos todos humanos, somos todos iguais e que vivemos no século XIX e isso não teria mais que existir”, afirma o jogador Daniel Alves.
Não é a primeira vez que uma ação de internet aparentemente espontânea foi planejada. E nem vai ser última. No ano passado, muita gente se engajou no #vemseanpenn.
A campanha era para promover o encontro do ator do filme Colegas, Ariel Gondemberg, com o ídolo, o americano Sean Penn.
Repórter: Era um sonho antigo conhecer ele?
Ariel Gondemberg, ator: Era. Era sim porque além de ser ator sou muito fã dele, entendeu. Eu gosto muito dos trabalhos dele.
Mas agora o diretor Marcelo Galvão admite que a campanha servia também para promover o filme.
“Essa ideia ela veio de uma ideia publicitária e a gente nunca deixou isso aparecer porque o mais importante era o sonho mesmo, porque o sonho era verdadeiro”, diz o diretor Marcelo Galvão.

É difícil não ser simpático à causa de Ariel ou discordar do discurso antirracismo da campanha “somos todos macacos”, mas a regra é sempre ficar atento às origens de um hashtag.
“Desconfie das coisas que você vê na internet porque muito o que está ali é planejado, é uma mensagem que tem por interesse ser persuasiva com relação ao cidadão, ao eleitor”, afirma Ronaldo Lemos, diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade.
Enquanto isso, a campanha “somostodosmacacos” segue gerando debates acalorados.
“Hoje, no mundo, acontece uma catástrofe, todo mundo se sensibiliza e tal. Mas depois, acabou. Então, eu não gostaria que isso acontecesse. Porque é algo sério”, diz Daniel Alves
Agora, até os amigos e parentes do rapaz que jogou a banana no campo protestam na Espanha. O caso sacudiu a pequena e pacata cidade de Villareal.
"Foi uma coisa errada, mas não houve intenção", diz um rapaz.
"Para nós, como estrangeiros, ficou parecendo que os espanhóis não nos querem. Foi um gesto feio", diz um estrangeiro.
"Para mim, foi um ato de racismo", acredita uma mulher.
Mas quem é esse rapaz? David Campayo, de 26 anos, trabalha em uma empresa de porcelana da cidade.
No Centro de Treinamento do Villareal, o rapaz que jogou a banana no campo trabalhava de forma voluntária. Ele ajudava a treinar jovens das categorias de base. O clube quer desvincular sua imagem do gesto de racismo e, por isso, uma das medidas que tomou foi dispensar os serviços do rapaz.
David também perdeu a carteira de sócio e foi proibido de entrar no estádio El Madrigal, onde o Villareal joga.
Um dia depois do jogo, David foi detido e levado para uma delegacia. Prestou depoimento e foi liberado. Ele pode pegar até três anos de cadeia por injúria racial.
“Tem que haver uma punição. Mas eu não acredito que tenha que pagar o mal com o mal. A gente tem que educar. Você não pode combater assim. Banindo do futebol, tirando o emprego. Porque de repente é um pai de família e tem que sustentar a família de alguma forma. São os fortes que perdoam”, afirma Daniel Alves.
 fonte:g1
Comentário:
 Eu gostei muito desse ato de cidadania entre eles...Uma atitude super impressionante de Daniel Alves pois,eu na hora não iria ter reação porque,eu estaria com tanto ódio desse racismo que não acaba no Brasil!Estamos no sec.XXI temos que começar abrir nossas mentes não podemos ficar no nosso pequeno mundinho...De vez de evoluir estamos simplesmente regredindo como?Ficam falando que essas redes sociais são besteira mas,foi por culpa delas que essa campanha se expandiu todos os famosos fizeram parte dessa campanha como o Rodrigo Hassul a foto que ele postou foi Hilaria!Com a legenda 'Estou sem banana em casa'!Todos eles se ajudando para combater o racismo isso foi fantástico
 

Filha amorteceu queda de colega, diz mãe de brasileira que caiu em circo

Stefany Neves foi primeira bailarina a bater no chão nos EUA.
Investigação sobre causa do acidente se concentra em gancho metálico.

Eliane Neves, mãe de Stefany Neves, uma das três acrobatas brasileiras vítimas de acidente durante apresentação no circo Ringling Brothers and Barnum and Bailey, disse nesta terça-feira (6) ao Jornal Nacional que sua filha amorteceu a queda de outra acrobata, que se apresentava mais acima, de cabeça para baixo.
O acidente aconteceu no domingo (4), em Providence, nos Estados Unidos. Na apresentação, oito artistas formam uma espécie de candelabro ou lustre, suspensos apenas pelos cabelos. Uma plataforma que era elevada e suspendia as artistas caiu, lançando as oito no chão, ferindo um dançarino que estava embaixo. Entre as nove artistas hospitalizadas estão três brasileiras: Dayana Florentino, Widny Neves e Stefany Neves.
Stefany Neves durante uma de suas apresentações (Foto: Divulgação)
“Quando o aparelho desceu a Stefany foi a que bateu no chão primeiro e tudo mais bateu em cima dela. Eu tenho a sensação de que de imediato as meninas não perceberam o que estava acontecendo”, contou Eliane.
“De certa forma, a Stefany conseguiu amortecer a queda dela (bailarina que estava acima, de cabeça para baixo), porque ela seria a única que ia bater de cabeça”, afirmou a mãe.
Stefany Neves, de 19 anos, sofreu fraturas nos dois tornozelos, no fêmur e teve o fígado perfurado por uma costela. A jovem operou o fêmur nesta terça, sendo que já havia passado por duas cirurgias no fígado.
“Com certeza a Stefany vai se recuperar bem”, disse Eliane em Providence.
A colega do alto é Widny Neves, outra brasileira, que quebrou um braço e sofreu uma lesão no pescoço e agora passa bem. "Estamos bem apreensivos (...) e pedindo a Deus de chegar lá e que dê tudo certo", disse sua mãe, Griselda Neves ao Jornal Nacional.

Dayana Costa, também brasileira, foi submetida a uma cirurgia na coluna e se recupera bem. Ela deverá ser operada novamente em uma das mãos.
Investigações
As investigações sobre o acidente se concentram no gancho metálico conhecido como mosquetão que prendia a estrutura onde estavam as artistas a um cabo de aço. O fecho foi encontrado no palco do Dunkin Donuts Center quebrado em três partes. Os técnicos pesquisam se houve defeito de fabricação ou erro humano.
O gancho tem 12 centímetros é o mesmo usado para escaladas de alpinistas para fixas cabos. A peça é projetada para suportar 4.500 kg, um peso oito vezes maior do que o da apresentação, de 680 kg, segundo Paul Doughty, investigador do Corpo de Bombeiros de Providence, em entrevista coletiva realizada na segunda-feira (5). Segundo o delegado que investiga o caso, Steven Paré, o fecho quebrou na parte sólida, e não no lado que tem uma abertura. O gerente da casa de espetáculos afirmou que a peça pertence ao circo e foi fixada pela equipe do espetáculo.
De acordo com Doughty, o circo tem experiência na instalação e manutenção do equipamento. Os investigadores vão analisar se houve alguma fadiga no material. Segundo a imprensa local, o brasileiro Andrey Medeiros, que é responsável pelo número do circo, foi ouvido pelas autoridades, mas o seu depoimento não foi divulgado. A esposa dele, a búlgara Viktorya Medeiros, é uma das acrobatas que se machucaram no acidente. Ela está internada no Hospital de Rhode Island.
O espetáculo em Providence foi cancelado após o acidente. O circo seguiu para Connecticut, mas não vai apresentar o número das acrobatas presas pelos cabelos.
fonte:g1
Comentário:
Essa noticia para mim chegou no dia mesmo que aconteceu o acidente antes dele aparecer em todos os jornais pois,eu já fiz ballet com ela,conheci a mãe dela mas,ela saiu da academia para ir para esse circo...Stefany é uma menina muito divertida e alegre quando eu recebi a noticia fiquei chocada!Eu recebi a notícia à noite e logo no dia seguinte quando cheguei no ballet estavam os repórteres,câmera para todo lado..Stefany é uma menina que ama oque faz com certeza ela vai sair dessa, tenho notícias toda semana dela e parece que ela já está bem melhor pois,sua mãe postou uma foto com ela e seu irmão!Stefany dançava como ninguém conseguia quase flutuar em seu palco!Ela vai sair dessa para uma muito melhor!

Dilma defende cotas no Enem e diz que medida é para superar racismo

Presidente participou de bate-papo com internautas no Facebook.
Ela afirmou que investe na segurança do exame para garantir 'isonomia'.


Do 


 Em bate-papo com internautas sobre o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a presidente Dilma Rousseff voltou a defender nesta quinta-feira (15) o uso de cotas raciais no sistema de avaliação educacional que garante vagas a universidades. Ao responder questionamento de um usuário da rede social Facebook sobre se as cotas não poderiam ser consideradas "racismo", ela disse que as ações afirmativas são necessárias para o país superar mais de "300 anos de escravidão"
"As cotas raciais integram as ações afirmativas necessárias para que superemos as consequências de 300 anos de escravidão e do racismo dela decorrente. #DilmaResponde", escreveu a presidente na página oficial do Palácio do Planalto no Facebook.

A lei de cotas sociais e raciais na rede federal de ensino superior entrou em vigor em agosto de 2012. A nova legislação prevê que, até 2016, todas as universidades e institutos federais reservem 50% de todas as suas vagas por critério de cor, rede de ensino e renda familiar.
Muitas universidades, no entanto, já estão adotando 50% de vagas para cotista, antecipando-se em relação a 2016. Estas regras vale para alunos de escolas públicas.
Face to Face
Essa é a terceira vez que a presidente utilizou a rede social, em uma estratégia batizada de Face to Face, para iteragir com internautas. Na primeira oportunidade em que promoveu um chat, Dilma respondeu perguntas sobre o Marco Civil da Internet, que, na ocasião, recém tinha sido aprovado pelo Congresso Nacional. No segundo bate-papo virtual, as perguntas foram sobre o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec).
Nem todas as perguntas dos internautas publicadas na página do Planalto foram respondidas. Entre as questões elaboradas pelos usuários da rede social estavam dúvidas sobre acessibilidade à prova, segurança do Enem , correções dos testes e até mesmo sobre o programa Ciência Sem Fronteiras.
Em meio à sabatina, um internauta pediu que Dilma enviasse um beijo para ele. No meio do chat, a presidente publicou uma foto mandando "beijinho" para o internauta.

Nesta quinta, além de falar sobre as cotas no Enem, a chefe do Executivo também comentou sobre as medidas de segurança adotadas pelo governo para evitar fraudes no exame. De acordo com a petista, a cada ano, o esquema de segurança é melhorado para garantir "isonomia" aos participantes.
Ainda sobre o sistema de segurança do Enem, Dilma destacou que o governo federal firmou "amplo acordo" com as secretarias de segurança estaduais para assegurar a lisura da prova. Ela ressaltou também que as áreas de inteligência da Polícia Federal e das Forças Armadas dão suporte à segurança do exame e que a Polícia Rodoviária Federal e as as polícias rodoviárias estaduais prestam apoio no transporte das provas.
Correções
Durante a sessão de perguntas, Dilma afirmou que os corretores recrutados para corrigir as provas do Enem recebem um número limitado de testes por dia. "Temos tido o cuidado de garantir aos corretores as melhores condições para que eles façam seu trabalho de forma adequada", disse a presidente.
Alguns internautas ironizaram as falhas que marcaram o Enem nos últimos anos. Um deles, por exemplo, perguntou se poderia escrever uma receita de bolo na redação do Enem, referindo-se aos estudantes que preencheram a prova dissertativa com receitas e não foram eliminados. "É um bolo gostoso, eu prometo", escreveu um usuário do Facebook.
fonte:g1
Comentário:
Essas cotas...Eu não consigo entender muito como tem gente que defende as cotas pois, nas manifestações eles defendem a idéia que o racismo tem que acabar mas,eles mesmos são racistas pois,como eu me escrevo pra fazer o Enem separando por cor,deficiência?Não adianta o 'sujo falar do mal lavado'.Eles estão separando categorias, Cadê a idéia de direitos e deveres iguais?Racista é quem acha que afro descendente é diferente!
sábado, 17 de maio de 2014

Como surgiu o balé?

640px-Danza_Ciudad_Guatemala_2012
O balé clássico surgiu nas cortes italianas, no início do século 16, embora não se saiba ao certo de onde veio a inspiração para os seus primeiros passos e coreografias. Foi o termo italiano balletto ("dancinha", "bailinho") que deu origem à palavra francesa ballet. Na época, tratava-se de uma diversão muito apreciada pela nobreza local. Tamanha admiração pela dança levou a princesa italiana Catarina de Médici (1519-1589) a introduzir o balé numa nova corte quando se casou com o rei da França Henrique II. Catarina também fez questão de contratar o grande coreógrafo italiano de então, Balthazar de Beaujoyeulx. Aqui vale abrir um parênteses. O nome verdadeiro do coreógrafo era Batazarini Di Belgioioso. A forma afrancesada, não só do nome dele, como de outros italianos que fizeram parte da história do balé, tornou-se a mais conhecida pois a dança só se desenvolveu realmente quando chegou entre os franceses, que espalharam seu sotaque em tudo o que envolve essa arte.
Mas voltemos a Beaujoyeulx. Em 1581, a companhia dele apresentava um espetáculo bem diferente dos balés de hoje, reunindo não apenas dança, mas também poesia, canto e uma orquestra musical. Esse formato variado entusiasmou os nobres franceses desde o início, mas o balé só atingiria seu apogeu no século seguinte, na corte do rei Luís XIV. Grande entusiasta da dança, Luís XIV também era bailarino, tanto que recebeu o apelido de Rei Sol por causa da sua participação no espetáculo Ballet de La Nuit, no qual vestia uma fantasia muito brilhante, lembrando o grande astro. Em 1661, Luís XIV fundou a Accademie Royale de Musique, que abrigava uma escola de balé. Ali, sob a direção do compositor italiano Jean-Baptiste Lully e de seu assistente, o professor de dança francês Pierre Beauchamps, o balé se tornaria um espetáculo mais sofisticado, conhecido como "Ópera-Balé" por combinar dança, diálogos e canto. Foi Pierre Beauchamps quem criou as cinco posições básicas que são usadas no balé até hoje.
Por volta do século 18, os espetáculos passaram por outra transformação, concentrando-se mais na música e na dança. Foi nessa época também que as bailarinas começaram a se rebelar contra os vestidos que usavam até então e que limitavam os movimentos. Por causa dessa restrição, os homens eram os que tinham os papéis de destaque nos espetáculos. Como as coreografias cheias de saltos e giros ganhavam espaço, as mulheres tiveram que reagir. A belga Marie Ann Cupis de Camargo baixou os saltos de seus sapatos e encurtou suas saias para desenvolver melhor sua dança. Não por acaso, ela foi uma das primeiras bailarinas importantes da história. O último momento marcante da origem do balé ocorreu no século 19, quando a italiana Marie Taglioni foi a pioneira a dançar na ponta dos pés, hoje o movimento mais identificado com o balé clássico.
Fonte:Mundo Estranho
Comentário:
Eu faço ballet dês dos meus 3 anos de idade e eu tenho 13  e à pouco tenpo  eu descobri que a origem do ballet que  é italiana pode parecer estranho eu ter descoberto isso depois de um bom tempo mas, todos os passos no ballet são franceses!Eu amo dançar,o som dos aplausos,as correções dos professores isso tudo faz parte..Tem gente que não entende o porque de ensaiar tantas horas para se apresentar em 5 minutos mal eles sabem que esses 5 minutos te fazem a pessoa mais feliz do mundo!

Protestos contra a Copa têm mais de 15 mil confirmados

Eventos criados no Facebook envolvem, pelo menos, oito cidades-sede do evento da Fifa e outras duas no exterior
Mais de 15 mil pessoas confirmaram presença nos protestos agendados para hoje contra a Copa do Mundo. Ao todo, oito cidades-sede do Mundial têm eventos dessa natureza agendados. Os atos também podem ocorrer em cidades do exterior, como Santiago, no Chile, e Berlim, na Alemanha. Em Curitiba, houve um pequeno ato ontem por moradias populares. O evento de hoje agendado para a capital pretende debater os impactos do megaevento da Fifa no país.
Batizado como “Dia In­­­ternacional de Lutas Contra a Copa” e “Manifestação das Manifestações” – em alusão ao slogan “Copa das Copas” –, os protestos de São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Fortaleza, Belo Horizonte, Porto Ale­­gre, Salvador, Vitória e Santiago foram marcados pelo Facebook. Os atos são encarados como uma retomada do que ocorreu em junho do ano passado, quando da realização da Copa das Confederações.

Em São Paulo, cidade com maior quantidade de adesões virtuais ao evento, o Comitê Popular da Copa publicou uma relação de 11 pautas que norteiam o protesto de hoje, entre elas a liberdade de expressão, o investimento em equipamentos de segurança – justificado pelo governo federal como necessário para coibir manifestações violentas –, a Lei Geral da Copa e o atraso na entrega de obras de mobilidade urbana.Entre os principais organizadores, estão o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) e o Juntos! – um coletivo de movimentos sociais. Mas centrais sindicais também pretendem aderir aos protestos. A Força Sindical, por exemplo, anunciou que 15 mil metalúrgicos devem parar fábricas de São Paulo. A Central Sindical Popular prevê a adesão de, pelo menos, cinco categorias, entre elas os professores municipais de Belo Horizonte, rodoviários do Rio e metroviários de São Paulo, além de operários da construção civil de Fortaleza e Belém.
Apesar de Curitiba não ter um evento criado em redes sociais até a noite de ontem, ainda não estão descartadas manifestações nas ruas da cidade no decorrer do dia. Com cerca de 300 confirmações, a “Aula Pública #copapraquem” não se propunha a virar uma passeata – mas o texto que o divulga contém um link direcionando o leitor para os protestos das demais cidades. O ato curitibano está marcado para as 19 horas, na Boca Maldita, no Centro.
Mundo afora
Na segunda-feira, a Embaixada Brasileira em Berlim, na Alemanha, foi alvo de um atentado. Oitenta pedras foram arremessadas contra o imóvel e a suspeita é de o ato tenha sido por protesto contra a Copa. Para hoje, a polícia local prometeu reforçar a segurança. Em Santiago, no Chile, também é possível que o protesto seja em frente da embaixada. Todo esse movimento não está desconexo do mundo. Também hoje vários protestos do movimento Blockupy, criado em 2011 após o Ocupe Wall Street, nos Estados Unidos, estão marcados na Europa, em razão da crise financeira da região.
R$ 75 milhões é o investimento estimado em aparatos de segurança para conter os protestos no Paraná. No Brasil, o governo federal diz ter gasto mais de R$ 1 bilhão. As verbas, que são foco de críticas dos movimentos populares, serviram para a instalação de 14 Centros Integrados de Comando e Controle e a aquisição de itens não letais, como pistolas elétricas e lançadores de granadas de gás lacrimogêneo. Os exercícios das forças armadas e polícias nas diferentes cidades-sede nos últimos dias também têm a intenção de demonstrar o quanto o país está preparado para os distúrbios civis.
Fonte:http://noticiavirtual.com.br
Comentário:
Vou ser bem sincera antes de comentar essa reportagem...Eu nunca me interreso pelas reportagens de politica mas,essa semana venho acompanhando vídeos contra a copa e tenho me interressado muito sobre o assunto.
Eu venho acompanhando vídeos de estrangeiros e brasileiros sobre a copa e estou cada vez mais chocada pois, a maioria 'enche a boca' para falar que a copa do mundo vai ser no Brasil mas, cadê a educação pública de qualidade e a saúde??O medo de como vai ser o Brasil daqui à 10 anos?Eu concordo muito com os protestantes mas, não com os vândalos!Falam que o Brasil esta preparado para receber a Fifa ?Acho muito dificil isso mais ok!Para fechar com chave de ouro meu comentário vou colocar algumas frases ditas por pessoas 'importantes' para a maioria:
-Vamos esquecer essa confusão toda, todas essas manifestações, e vamos pensar que a Seleção Brasileira é o nosso país”. Pelé, mais Pelé do que nunca.

-Povo tem de se sentir orgulhoso de pagar imposto e ver que vão ser feitas coisas importantes. Coisas que ficarão para a gente. Teremos estádios, ferrovias, estradas... Tudo ficará para o povo - Ronaldo

-Ronaldo: 'Copa se faz com estádios, não com hospital'

E ainda tem gente que concorda com essas frases!
O Brasil tem que acordar!

Do jeito que ele está não da para continuar!