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domingo, 18 de maio de 2014

Como o ser humano envelhece?


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O principal motor do envelhecimento humano fica dentro de nossas células. Lá, as mitocôndrias fazem a respiração celular para produzir energia, mas acabam gerando como resíduo radicais livres, moléculas com um elétron a menos e que reagem facilmente, danificando a própria célula. Com o tempo os danos se acumulam, fazendo o corpo envelhecer. Além disso, a divisão celular desordenada também ajuda a envelhecer. Ao longo da vida, algumas células se multiplicam constantemente. A cada divisão, fragmentos de DNA são perdidos, causando pequenos erros genéticos que são passados para as células-filhas. Isso acontece até que a célula não consegue mais se dividir ou é destruída pelo próprio organismo por conter muitos erros. Aí, game over.
Velho é a vovozinha
Como cada parte do corpo mostra que o prazo de validade está chegando ao fim
HEEEEEIN?!
Algumas células do aparelho auditivo não se renovam e vão ficando cada vez mais danificadas, tornando difícil ouvir sons agudos. Além disso, os cílios que levam o som para dentro do ouvido caem, e os ossículos internos (martelo, bigorna, estribo e cóclea) que têm a mesma função ficam mais duros. Resultado: a gente tem que falar mais alto para a vovó ouvir
OSSO MOLE DE ROER
O tecido ósseo é formado principalmente pelos osteoblastos, células que produzem osso, e osteoclastos, que absorvem. Depois dos 45 anos de idade, os osteoclastos dominam, e passamos a perder 5% de massa óssea a cada dez anos, ficando com o esqueleto mais frágil. Quem tem osteoporose, pior ainda: perde até 25% por década
FORÇA NA PERUCA
Cabelo e pele envelhecem lado a lado. Células da raiz dos fios de cabelo param de produzir melanina, deixando a cabeleira branca - já a calvície não tem a ver com a idade; é genética. A flacidez e afinamento da pele vêm da queda na produção de colágeno. O afinamento acaba causando as rugas, mais acentuadas no rosto por causa dos músculos da face
VISU EMBAÇADO
Você certamente já ouviu seu avô reclamando de vista cansada. Ela é causada por problemas no cristalino, parte do olho que vai ficando rígida e opaca, dificultando a focalização de objetos. A opacidade gera ainda catarata. Aos 60 anos, as pupilas, que aumentam e diminuem com a diferença de luz, têm um terço do tamanho que tinham aos 20 anos, por isso fica mais difícil se adaptar ao lusco-fusco
SÓ O PANCEPS CRESCE
A menor produção de células e a queda do nível de alguns hormônios causam perda de massa muscular - são 3 quilos a menos a cada dez anos! O relaxamento muscular forçado pode até prejudicar os músculos da bexiga e dos esfíncteres, que ficam flácidos e acabam não segurando o tchan. Daí, dá-lhe fralda geriátrica...
fonte:Mundo estranho
Comentário:
Eu sou muito curiosa é esse site chamado Mundo Estranho ele só fala de curiosidades...A velhice vai chegando e vamos notando as características dela como a pele enrugada,dores,cabelos brancos mas, não quer dizer que a vida acabou nunca é tarde para se renovar pois, você não precisa a ficar parada o mundo gira e você tem que acompanha-lo!Na minha opinião quando eu ficar idosa não quero ficar parada como muitos são!Eu quero poder fazer as minha coisas sem depender de ninguém um exemplo é a minha avó ela é super ativa,não precisa de ninguém para fazer nada,ela sabe se virar,ficar parado é muito chato! hahah

'Os fortes que perdoam' diz Daniel Alves sobre ato racista de torcedor

Na noite deste sábado (4), o jogador brasileiro revelou, com exclusividade, que não acredita que o torcedor mereça uma punição severa. Artistas brasileiros também opinaram sobre a campanha “somostodosmacacos”.

O repórter Marcos Uchoa estava em Paris, pegou um voo para Barcelona e conversou com Daniel Alves na noite deste sábado (4), sobre a polêmica da banana.
Marcos Uchoa: Daniel, acho que você não podia imaginar que aquele teu gesto pudesse ter a repercussão que teve, né? Hoje, no jornal, a Serena Willians, grande tenista americana, comentando que se necessita muita coragem para fazer o que o Daniel Alves fez. Você imaginava que a repercussão fosse mundial?
Daniel Alves: Quando eu cobrei, caiu aqui na minha frente e o meu gesto foi pegar e comer. Mas sem pensar no que aquele gesto ia causar. Tentando dar uma resposta inteligente a um ataque e acabou tendo essa repercussão toda.
A campanha contra o racismo começou logo depois do jogo, quando Neymar publicou na internet uma foto com uma banana. E embaixo dela a hashtag: #somostodosmacacos.
Uma hashtag é mais do que um rótulo de uma foto. É um comando. É um movimento que quer começar.
#somostodosmacacos se espalhou. No boca a boca. Como um vírus. Viralizou. Em poucas horas, milhares de pessoas, tinham sido contaminadas.
“Todo mundo entrou nesta onda porque gente, somos todos macacos, por favor. E não me venha com ‘chorumelas’”, diz a atriz Luana Piovani.
“Sobre o racismo, a premissa de que somos iguais. E somos mesmo, independente da cor da pele, é uma máxima que não dá para se discutir”, afirma o apresentador Luciano Huck.
“Somostodosmacacos” tinha mesmo tudo para ser um fenômeno, segundo Jonah Berger, que escreveu um livro sobre como as coisas se espalham pela internet. “As pessoas compartilham quando a ideia faz bem para a imagem delas. A coisa legal da campanha #somostodosmacacos é que é algo em que todo mundo acredita”, analisa Jonah Berger.
Na televisão, a causa da banana ganhou espaço. E só depois se descobriu que havia algo por trás.
Antes mesmo de Daniel Alves comer a banana, uma agência de propaganda já tinha criado a frase "somostodosmacacos" a pedido de Neymar.
“Quando aconteceu com ele no campo do Espanhol a gente conversou em fazer uma campanha para ir contra o racismo. Mas a gente não esperava que essa situação fosse acontecer outra vez. Que fossem no estádio com uma banana para jogar em alguém”, conta Daniel Alves.
“Todo mundo comprou a briga. E não deixa de ser uma campanha positiva porque a gente não aguenta mais essa história de preconceito. Então poderia ser uma coisa só muito legal”, diz a atriz Luana Piovanni.
“Se eles tiveram ou não ajuda para esta reação, a mim não incomoda nem um pouco. A gente vê o mundo inteiro discutindo isso. Jogadores do mundo todo. Pessoas do mundo inteiro falando sobre isso”, afirma Fátima Bernardes.
“Eu acho que hoje o acesso à internet está muito, muito grande. Qualquer coisa que se publique na internet, gera uma especulação, gera um debate. Porque não utilizar para fazer algo diferente e criar uma conscientização de que somos todos humanos, somos todos iguais e que vivemos no século XIX e isso não teria mais que existir”, afirma o jogador Daniel Alves.
Não é a primeira vez que uma ação de internet aparentemente espontânea foi planejada. E nem vai ser última. No ano passado, muita gente se engajou no #vemseanpenn.
A campanha era para promover o encontro do ator do filme Colegas, Ariel Gondemberg, com o ídolo, o americano Sean Penn.
Repórter: Era um sonho antigo conhecer ele?
Ariel Gondemberg, ator: Era. Era sim porque além de ser ator sou muito fã dele, entendeu. Eu gosto muito dos trabalhos dele.
Mas agora o diretor Marcelo Galvão admite que a campanha servia também para promover o filme.
“Essa ideia ela veio de uma ideia publicitária e a gente nunca deixou isso aparecer porque o mais importante era o sonho mesmo, porque o sonho era verdadeiro”, diz o diretor Marcelo Galvão.

É difícil não ser simpático à causa de Ariel ou discordar do discurso antirracismo da campanha “somos todos macacos”, mas a regra é sempre ficar atento às origens de um hashtag.
“Desconfie das coisas que você vê na internet porque muito o que está ali é planejado, é uma mensagem que tem por interesse ser persuasiva com relação ao cidadão, ao eleitor”, afirma Ronaldo Lemos, diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade.
Enquanto isso, a campanha “somostodosmacacos” segue gerando debates acalorados.
“Hoje, no mundo, acontece uma catástrofe, todo mundo se sensibiliza e tal. Mas depois, acabou. Então, eu não gostaria que isso acontecesse. Porque é algo sério”, diz Daniel Alves
Agora, até os amigos e parentes do rapaz que jogou a banana no campo protestam na Espanha. O caso sacudiu a pequena e pacata cidade de Villareal.
"Foi uma coisa errada, mas não houve intenção", diz um rapaz.
"Para nós, como estrangeiros, ficou parecendo que os espanhóis não nos querem. Foi um gesto feio", diz um estrangeiro.
"Para mim, foi um ato de racismo", acredita uma mulher.
Mas quem é esse rapaz? David Campayo, de 26 anos, trabalha em uma empresa de porcelana da cidade.
No Centro de Treinamento do Villareal, o rapaz que jogou a banana no campo trabalhava de forma voluntária. Ele ajudava a treinar jovens das categorias de base. O clube quer desvincular sua imagem do gesto de racismo e, por isso, uma das medidas que tomou foi dispensar os serviços do rapaz.
David também perdeu a carteira de sócio e foi proibido de entrar no estádio El Madrigal, onde o Villareal joga.
Um dia depois do jogo, David foi detido e levado para uma delegacia. Prestou depoimento e foi liberado. Ele pode pegar até três anos de cadeia por injúria racial.
“Tem que haver uma punição. Mas eu não acredito que tenha que pagar o mal com o mal. A gente tem que educar. Você não pode combater assim. Banindo do futebol, tirando o emprego. Porque de repente é um pai de família e tem que sustentar a família de alguma forma. São os fortes que perdoam”, afirma Daniel Alves.
 fonte:g1
Comentário:
 Eu gostei muito desse ato de cidadania entre eles...Uma atitude super impressionante de Daniel Alves pois,eu na hora não iria ter reação porque,eu estaria com tanto ódio desse racismo que não acaba no Brasil!Estamos no sec.XXI temos que começar abrir nossas mentes não podemos ficar no nosso pequeno mundinho...De vez de evoluir estamos simplesmente regredindo como?Ficam falando que essas redes sociais são besteira mas,foi por culpa delas que essa campanha se expandiu todos os famosos fizeram parte dessa campanha como o Rodrigo Hassul a foto que ele postou foi Hilaria!Com a legenda 'Estou sem banana em casa'!Todos eles se ajudando para combater o racismo isso foi fantástico
 

Filha amorteceu queda de colega, diz mãe de brasileira que caiu em circo

Stefany Neves foi primeira bailarina a bater no chão nos EUA.
Investigação sobre causa do acidente se concentra em gancho metálico.

Eliane Neves, mãe de Stefany Neves, uma das três acrobatas brasileiras vítimas de acidente durante apresentação no circo Ringling Brothers and Barnum and Bailey, disse nesta terça-feira (6) ao Jornal Nacional que sua filha amorteceu a queda de outra acrobata, que se apresentava mais acima, de cabeça para baixo.
O acidente aconteceu no domingo (4), em Providence, nos Estados Unidos. Na apresentação, oito artistas formam uma espécie de candelabro ou lustre, suspensos apenas pelos cabelos. Uma plataforma que era elevada e suspendia as artistas caiu, lançando as oito no chão, ferindo um dançarino que estava embaixo. Entre as nove artistas hospitalizadas estão três brasileiras: Dayana Florentino, Widny Neves e Stefany Neves.
Stefany Neves durante uma de suas apresentações (Foto: Divulgação)
“Quando o aparelho desceu a Stefany foi a que bateu no chão primeiro e tudo mais bateu em cima dela. Eu tenho a sensação de que de imediato as meninas não perceberam o que estava acontecendo”, contou Eliane.
“De certa forma, a Stefany conseguiu amortecer a queda dela (bailarina que estava acima, de cabeça para baixo), porque ela seria a única que ia bater de cabeça”, afirmou a mãe.
Stefany Neves, de 19 anos, sofreu fraturas nos dois tornozelos, no fêmur e teve o fígado perfurado por uma costela. A jovem operou o fêmur nesta terça, sendo que já havia passado por duas cirurgias no fígado.
“Com certeza a Stefany vai se recuperar bem”, disse Eliane em Providence.
A colega do alto é Widny Neves, outra brasileira, que quebrou um braço e sofreu uma lesão no pescoço e agora passa bem. "Estamos bem apreensivos (...) e pedindo a Deus de chegar lá e que dê tudo certo", disse sua mãe, Griselda Neves ao Jornal Nacional.

Dayana Costa, também brasileira, foi submetida a uma cirurgia na coluna e se recupera bem. Ela deverá ser operada novamente em uma das mãos.
Investigações
As investigações sobre o acidente se concentram no gancho metálico conhecido como mosquetão que prendia a estrutura onde estavam as artistas a um cabo de aço. O fecho foi encontrado no palco do Dunkin Donuts Center quebrado em três partes. Os técnicos pesquisam se houve defeito de fabricação ou erro humano.
O gancho tem 12 centímetros é o mesmo usado para escaladas de alpinistas para fixas cabos. A peça é projetada para suportar 4.500 kg, um peso oito vezes maior do que o da apresentação, de 680 kg, segundo Paul Doughty, investigador do Corpo de Bombeiros de Providence, em entrevista coletiva realizada na segunda-feira (5). Segundo o delegado que investiga o caso, Steven Paré, o fecho quebrou na parte sólida, e não no lado que tem uma abertura. O gerente da casa de espetáculos afirmou que a peça pertence ao circo e foi fixada pela equipe do espetáculo.
De acordo com Doughty, o circo tem experiência na instalação e manutenção do equipamento. Os investigadores vão analisar se houve alguma fadiga no material. Segundo a imprensa local, o brasileiro Andrey Medeiros, que é responsável pelo número do circo, foi ouvido pelas autoridades, mas o seu depoimento não foi divulgado. A esposa dele, a búlgara Viktorya Medeiros, é uma das acrobatas que se machucaram no acidente. Ela está internada no Hospital de Rhode Island.
O espetáculo em Providence foi cancelado após o acidente. O circo seguiu para Connecticut, mas não vai apresentar o número das acrobatas presas pelos cabelos.
fonte:g1
Comentário:
Essa noticia para mim chegou no dia mesmo que aconteceu o acidente antes dele aparecer em todos os jornais pois,eu já fiz ballet com ela,conheci a mãe dela mas,ela saiu da academia para ir para esse circo...Stefany é uma menina muito divertida e alegre quando eu recebi a noticia fiquei chocada!Eu recebi a notícia à noite e logo no dia seguinte quando cheguei no ballet estavam os repórteres,câmera para todo lado..Stefany é uma menina que ama oque faz com certeza ela vai sair dessa, tenho notícias toda semana dela e parece que ela já está bem melhor pois,sua mãe postou uma foto com ela e seu irmão!Stefany dançava como ninguém conseguia quase flutuar em seu palco!Ela vai sair dessa para uma muito melhor!

Dilma defende cotas no Enem e diz que medida é para superar racismo

Presidente participou de bate-papo com internautas no Facebook.
Ela afirmou que investe na segurança do exame para garantir 'isonomia'.


Do 


 Em bate-papo com internautas sobre o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a presidente Dilma Rousseff voltou a defender nesta quinta-feira (15) o uso de cotas raciais no sistema de avaliação educacional que garante vagas a universidades. Ao responder questionamento de um usuário da rede social Facebook sobre se as cotas não poderiam ser consideradas "racismo", ela disse que as ações afirmativas são necessárias para o país superar mais de "300 anos de escravidão"
"As cotas raciais integram as ações afirmativas necessárias para que superemos as consequências de 300 anos de escravidão e do racismo dela decorrente. #DilmaResponde", escreveu a presidente na página oficial do Palácio do Planalto no Facebook.

A lei de cotas sociais e raciais na rede federal de ensino superior entrou em vigor em agosto de 2012. A nova legislação prevê que, até 2016, todas as universidades e institutos federais reservem 50% de todas as suas vagas por critério de cor, rede de ensino e renda familiar.
Muitas universidades, no entanto, já estão adotando 50% de vagas para cotista, antecipando-se em relação a 2016. Estas regras vale para alunos de escolas públicas.
Face to Face
Essa é a terceira vez que a presidente utilizou a rede social, em uma estratégia batizada de Face to Face, para iteragir com internautas. Na primeira oportunidade em que promoveu um chat, Dilma respondeu perguntas sobre o Marco Civil da Internet, que, na ocasião, recém tinha sido aprovado pelo Congresso Nacional. No segundo bate-papo virtual, as perguntas foram sobre o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec).
Nem todas as perguntas dos internautas publicadas na página do Planalto foram respondidas. Entre as questões elaboradas pelos usuários da rede social estavam dúvidas sobre acessibilidade à prova, segurança do Enem , correções dos testes e até mesmo sobre o programa Ciência Sem Fronteiras.
Em meio à sabatina, um internauta pediu que Dilma enviasse um beijo para ele. No meio do chat, a presidente publicou uma foto mandando "beijinho" para o internauta.

Nesta quinta, além de falar sobre as cotas no Enem, a chefe do Executivo também comentou sobre as medidas de segurança adotadas pelo governo para evitar fraudes no exame. De acordo com a petista, a cada ano, o esquema de segurança é melhorado para garantir "isonomia" aos participantes.
Ainda sobre o sistema de segurança do Enem, Dilma destacou que o governo federal firmou "amplo acordo" com as secretarias de segurança estaduais para assegurar a lisura da prova. Ela ressaltou também que as áreas de inteligência da Polícia Federal e das Forças Armadas dão suporte à segurança do exame e que a Polícia Rodoviária Federal e as as polícias rodoviárias estaduais prestam apoio no transporte das provas.
Correções
Durante a sessão de perguntas, Dilma afirmou que os corretores recrutados para corrigir as provas do Enem recebem um número limitado de testes por dia. "Temos tido o cuidado de garantir aos corretores as melhores condições para que eles façam seu trabalho de forma adequada", disse a presidente.
Alguns internautas ironizaram as falhas que marcaram o Enem nos últimos anos. Um deles, por exemplo, perguntou se poderia escrever uma receita de bolo na redação do Enem, referindo-se aos estudantes que preencheram a prova dissertativa com receitas e não foram eliminados. "É um bolo gostoso, eu prometo", escreveu um usuário do Facebook.
fonte:g1
Comentário:
Essas cotas...Eu não consigo entender muito como tem gente que defende as cotas pois, nas manifestações eles defendem a idéia que o racismo tem que acabar mas,eles mesmos são racistas pois,como eu me escrevo pra fazer o Enem separando por cor,deficiência?Não adianta o 'sujo falar do mal lavado'.Eles estão separando categorias, Cadê a idéia de direitos e deveres iguais?Racista é quem acha que afro descendente é diferente!
sábado, 17 de maio de 2014

Como surgiu o balé?

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O balé clássico surgiu nas cortes italianas, no início do século 16, embora não se saiba ao certo de onde veio a inspiração para os seus primeiros passos e coreografias. Foi o termo italiano balletto ("dancinha", "bailinho") que deu origem à palavra francesa ballet. Na época, tratava-se de uma diversão muito apreciada pela nobreza local. Tamanha admiração pela dança levou a princesa italiana Catarina de Médici (1519-1589) a introduzir o balé numa nova corte quando se casou com o rei da França Henrique II. Catarina também fez questão de contratar o grande coreógrafo italiano de então, Balthazar de Beaujoyeulx. Aqui vale abrir um parênteses. O nome verdadeiro do coreógrafo era Batazarini Di Belgioioso. A forma afrancesada, não só do nome dele, como de outros italianos que fizeram parte da história do balé, tornou-se a mais conhecida pois a dança só se desenvolveu realmente quando chegou entre os franceses, que espalharam seu sotaque em tudo o que envolve essa arte.
Mas voltemos a Beaujoyeulx. Em 1581, a companhia dele apresentava um espetáculo bem diferente dos balés de hoje, reunindo não apenas dança, mas também poesia, canto e uma orquestra musical. Esse formato variado entusiasmou os nobres franceses desde o início, mas o balé só atingiria seu apogeu no século seguinte, na corte do rei Luís XIV. Grande entusiasta da dança, Luís XIV também era bailarino, tanto que recebeu o apelido de Rei Sol por causa da sua participação no espetáculo Ballet de La Nuit, no qual vestia uma fantasia muito brilhante, lembrando o grande astro. Em 1661, Luís XIV fundou a Accademie Royale de Musique, que abrigava uma escola de balé. Ali, sob a direção do compositor italiano Jean-Baptiste Lully e de seu assistente, o professor de dança francês Pierre Beauchamps, o balé se tornaria um espetáculo mais sofisticado, conhecido como "Ópera-Balé" por combinar dança, diálogos e canto. Foi Pierre Beauchamps quem criou as cinco posições básicas que são usadas no balé até hoje.
Por volta do século 18, os espetáculos passaram por outra transformação, concentrando-se mais na música e na dança. Foi nessa época também que as bailarinas começaram a se rebelar contra os vestidos que usavam até então e que limitavam os movimentos. Por causa dessa restrição, os homens eram os que tinham os papéis de destaque nos espetáculos. Como as coreografias cheias de saltos e giros ganhavam espaço, as mulheres tiveram que reagir. A belga Marie Ann Cupis de Camargo baixou os saltos de seus sapatos e encurtou suas saias para desenvolver melhor sua dança. Não por acaso, ela foi uma das primeiras bailarinas importantes da história. O último momento marcante da origem do balé ocorreu no século 19, quando a italiana Marie Taglioni foi a pioneira a dançar na ponta dos pés, hoje o movimento mais identificado com o balé clássico.
Fonte:Mundo Estranho
Comentário:
Eu faço ballet dês dos meus 3 anos de idade e eu tenho 13  e à pouco tenpo  eu descobri que a origem do ballet que  é italiana pode parecer estranho eu ter descoberto isso depois de um bom tempo mas, todos os passos no ballet são franceses!Eu amo dançar,o som dos aplausos,as correções dos professores isso tudo faz parte..Tem gente que não entende o porque de ensaiar tantas horas para se apresentar em 5 minutos mal eles sabem que esses 5 minutos te fazem a pessoa mais feliz do mundo!

Protestos contra a Copa têm mais de 15 mil confirmados

Eventos criados no Facebook envolvem, pelo menos, oito cidades-sede do evento da Fifa e outras duas no exterior
Mais de 15 mil pessoas confirmaram presença nos protestos agendados para hoje contra a Copa do Mundo. Ao todo, oito cidades-sede do Mundial têm eventos dessa natureza agendados. Os atos também podem ocorrer em cidades do exterior, como Santiago, no Chile, e Berlim, na Alemanha. Em Curitiba, houve um pequeno ato ontem por moradias populares. O evento de hoje agendado para a capital pretende debater os impactos do megaevento da Fifa no país.
Batizado como “Dia In­­­ternacional de Lutas Contra a Copa” e “Manifestação das Manifestações” – em alusão ao slogan “Copa das Copas” –, os protestos de São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Fortaleza, Belo Horizonte, Porto Ale­­gre, Salvador, Vitória e Santiago foram marcados pelo Facebook. Os atos são encarados como uma retomada do que ocorreu em junho do ano passado, quando da realização da Copa das Confederações.

Em São Paulo, cidade com maior quantidade de adesões virtuais ao evento, o Comitê Popular da Copa publicou uma relação de 11 pautas que norteiam o protesto de hoje, entre elas a liberdade de expressão, o investimento em equipamentos de segurança – justificado pelo governo federal como necessário para coibir manifestações violentas –, a Lei Geral da Copa e o atraso na entrega de obras de mobilidade urbana.Entre os principais organizadores, estão o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) e o Juntos! – um coletivo de movimentos sociais. Mas centrais sindicais também pretendem aderir aos protestos. A Força Sindical, por exemplo, anunciou que 15 mil metalúrgicos devem parar fábricas de São Paulo. A Central Sindical Popular prevê a adesão de, pelo menos, cinco categorias, entre elas os professores municipais de Belo Horizonte, rodoviários do Rio e metroviários de São Paulo, além de operários da construção civil de Fortaleza e Belém.
Apesar de Curitiba não ter um evento criado em redes sociais até a noite de ontem, ainda não estão descartadas manifestações nas ruas da cidade no decorrer do dia. Com cerca de 300 confirmações, a “Aula Pública #copapraquem” não se propunha a virar uma passeata – mas o texto que o divulga contém um link direcionando o leitor para os protestos das demais cidades. O ato curitibano está marcado para as 19 horas, na Boca Maldita, no Centro.
Mundo afora
Na segunda-feira, a Embaixada Brasileira em Berlim, na Alemanha, foi alvo de um atentado. Oitenta pedras foram arremessadas contra o imóvel e a suspeita é de o ato tenha sido por protesto contra a Copa. Para hoje, a polícia local prometeu reforçar a segurança. Em Santiago, no Chile, também é possível que o protesto seja em frente da embaixada. Todo esse movimento não está desconexo do mundo. Também hoje vários protestos do movimento Blockupy, criado em 2011 após o Ocupe Wall Street, nos Estados Unidos, estão marcados na Europa, em razão da crise financeira da região.
R$ 75 milhões é o investimento estimado em aparatos de segurança para conter os protestos no Paraná. No Brasil, o governo federal diz ter gasto mais de R$ 1 bilhão. As verbas, que são foco de críticas dos movimentos populares, serviram para a instalação de 14 Centros Integrados de Comando e Controle e a aquisição de itens não letais, como pistolas elétricas e lançadores de granadas de gás lacrimogêneo. Os exercícios das forças armadas e polícias nas diferentes cidades-sede nos últimos dias também têm a intenção de demonstrar o quanto o país está preparado para os distúrbios civis.
Fonte:http://noticiavirtual.com.br
Comentário:
Vou ser bem sincera antes de comentar essa reportagem...Eu nunca me interreso pelas reportagens de politica mas,essa semana venho acompanhando vídeos contra a copa e tenho me interressado muito sobre o assunto.
Eu venho acompanhando vídeos de estrangeiros e brasileiros sobre a copa e estou cada vez mais chocada pois, a maioria 'enche a boca' para falar que a copa do mundo vai ser no Brasil mas, cadê a educação pública de qualidade e a saúde??O medo de como vai ser o Brasil daqui à 10 anos?Eu concordo muito com os protestantes mas, não com os vândalos!Falam que o Brasil esta preparado para receber a Fifa ?Acho muito dificil isso mais ok!Para fechar com chave de ouro meu comentário vou colocar algumas frases ditas por pessoas 'importantes' para a maioria:
-Vamos esquecer essa confusão toda, todas essas manifestações, e vamos pensar que a Seleção Brasileira é o nosso país”. Pelé, mais Pelé do que nunca.

-Povo tem de se sentir orgulhoso de pagar imposto e ver que vão ser feitas coisas importantes. Coisas que ficarão para a gente. Teremos estádios, ferrovias, estradas... Tudo ficará para o povo - Ronaldo

-Ronaldo: 'Copa se faz com estádios, não com hospital'

E ainda tem gente que concorda com essas frases!
O Brasil tem que acordar!

Do jeito que ele está não da para continuar!



Braço Robótico



A agência de investigação tecnológica do departamento de Defesa dos Estados Unidos (DARPA) conseguiu que o uso de um braço biónico capaz de manusear objetos frágeis fosse aprovado para comercialização.
A revolucionária prótese, desenvolvida pela empresa Deka Arm e aprovada pela Administração Federal de Alimentos e Medicamentos (FDA) dos Estados Unidos, permite a amputados uma liberdade de movimentos nunca antes obtida com tecnologia semelhante.
O braço robótico pesa aproximadamente o mesmo que uma extremidade humana normal, mas, neste caso, músculos e tendões são emulados através de um complexo sistema de motores e sensores que permitem até 10 movimentos humanos.
Os engenheiros comprovaram que 90 por cento das 36 pessoas que experimentaram as próteses puderam realizar tarefas que com outras próteses nunca conseguiram.
A mão pode agarrar objetos tão frágeis como um ovo (demonstração no vídeo acima) ou uma uva e realizar tarefas complexas como correr um fecho ‘éclair’ ou girar uma chave.
O resultado foi possível após seis anos de investigação num programa financiado pelo Pentágono com 100 milhões para desenvolver as próteses do futuro, com movimentos mais naturais e a possibilidade de serem controlados com múltiplos sensores.

O braço biónico foi desenvolvido por Dean Kamen, o inventor da Segway
O braço biónico foi desenvolvido por Dean Kamen, o inventor da Segway
A mão da Deka Arm utiliza vários sensores que detetam contrações de músculos próximos do ombro do amputado, o que se traduz em movimentos reais no braço robótico.
A empresa que conseguiu este êxito, a Deka Arm, foi fundada por Dean Kamen, um prestigiado engenheiro que inventou, entre outras coisas, o veículo de duas rodas para conduzir de pé conhecido como ‘Segway’.
Embora não tenha sido revelado o custo por unidade de um destes braços, Kamen está confiante de que a prótese possa ser facilmente acessível a ex-combatentes ou a pessoas com seguros médicos com coberturas especiais.
A FDA submeteu o braço biónico a provas de resistência ao pó, a impactos, ao calor e à chuva, para garantir que são seguros.
Os criadores da prótese, que só se pode usar em caso de amputações acima do pulso, batizaram-na como ‘Luke’, em homenagem à personagem Luke Skywalker, da saga cinematográfica “Guerra das Estrelas”, que recebe uma mão biónica depois de perder a sua numa luta com o pai, Darth Vader.
Fonte:zap.aeiou.p
Comentário:
Isso é a prova de como a tecnologia está aumentando.Pena que não é no Brasil!           Assim que eu começei a ler a reportagem eu pensei :Esse braço robótico vai ser uma fortuna mas, pelo visto para algumas pessoas não vai ser tão difícil adquiri-lo assim!      Eu tenho um pensamento bem contrário,pois, na minha opinião se estão tentando avançar na tecnologia ela tem que ter um custo assesível para todos.Eu fiquei imprecionada com o vídeo bem curto que no caso eu recomendo vocês assistirem pois,com o braço robótico ele conseguiu pegar ovos um alimento bem frágil.                 Ao ler a reportagem eu me lembrei que minha prima disputou uma corrida entre amigos lá no Estados Unidos  usando o Segway ela me mostrou o vídeo e parecia ser bem divertido.

   

Depois de ser chamada de gorda em festa, mulher emagrece mais de 40 kg

Érwelley parou de se pesar quando chegou aos 107 kg; hoje ela pesa 67 kg.
'Só quem é obeso sabe como é sofrido as pessoas te apontando o dedo', diz.

A escritora, mãe de dois filhos, hoje treina musculação pesado e quer aumentar massa magra (Foto: Arquivo pessoal/Érwelley Andrade)
Era para ser um dia de festa, mas bastou Érwelley botar o pé no buffet para o tio – o palhaço oficial da família – gritar lá de longe: "Escondam a comida que a gorda chegou". Todo mundo riu da "brincadeira", menos a “gorda” em questão. A escritora Érwelley Cardoso de Andrade tinha mais ou menos 25 anos na época, dois filhos, 1,68 m de altura e não sabe dizer ao certo quanto estava pesando.
Na última vez em que subiu numa balança antes deste episódio, o ponteiro chegou aos 107 kg. Ela parou de se pesar, mas levou quase um ano para começar a mudar seus hábitos – o que ocorreu depois da fatídica festa. "Ele falou em tom de brincadeira, mas aquilo acabou comigo. Eu falei para mim mesma: 'cansei de ouvir isso, não quero me sentir tão mal'. Depois deste episódio horrível, eu montei um programa de caminhada e exercícios e comecei a seguir bem direitinho. Comecei a fazer todos os dias, de segunda a sábado", conta.
Durante cinco anos, a escritora tentou emagrecer, sem sucesso (Foto: Arquivo pessoal/Érwelley Andrade)
Ela também mudou "100% a alimentação": reduziu as quantidades, passou a controlar os horários, incluiu fibras, eliminou doces e refrigerante e aumentou a quantidade de verdura. "Mudei completamente. Eu comia descontroladamente de madrugada, comia a qualquer hora, não tinha noção de quantidade. Minha ansiedade me controlava de maneira tremenda."
Érwelley não foi uma criança gorda, nem tem histórico de obesidade na família. Ela começou a ganhar peso gradativamente e não conseguia emagrecer. "Passei quase cinco anos num quadro de obesidade. Eu não cuidava mais de mim. Tentava todo tipo de dieta, vivi o efeito sanfona diversas vezes. Fiquei tão depressiva que desisti de tentar emagrecer. Tudo dava errado, me decepcionei muito. Parei de estudar, de trabalhar, fiquei só em casa, e isso me levou a uma depressão maior. Eu só comia", relata. Neste processo, ela conta que passou por vários nutricionistas, foi a dois endocrinologistas e fez até uso de sibutramina. "Quase morri, tive vários efeitos colaterais."
Fonte:g1
Comentário:
Força de vontade pode te levar a resultados positivos!Vivemos numa sociedade muito preconceituosa que tem um 'perfil' de tudo (corpo,cabelo,trabalho,família) nós somos julgados por todos e por nós mesmo.Errado ?                                                                                  Cadê a idéia da diversidade?Se temos diversidade?Temos.O problema é que as pessoas cismam que isso é negativo.Essa mulher precisou que lhe humilhasse ela para ela tomar uma iniciativa.O caso dela pode ter sido talvez diferente porque,a obesidade faz muito mal a saúde então ela precisou se espelhar nesse ''perfil' só fico preocupada pois, ela se sentiu triste humilhada aí sim ela tomou iniciativa.Tipo ' você precisou que lhe humilhasse para tomar inciativa?'


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sexta-feira, 21 de março de 2014

Jean Wyllys propõe legalização da produção e venda de maconha

Projeto de lei também reduz pena para quem vende outras drogas ilícitas.
Deputado diz que lei não 'libera a maconha' nem aumentará nº de usuários.

Fonte:G1
O deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) protocolou na última quarta-feira (19) projeto de lei que autoriza a produção e venda de maconha no país. Pela proposta, o governo teria o controle da comercialização por meio do registro dos locais de produção e pontos de venda, além de ficar obrigado a padronizar e inspecionar o produto. Também fica permitido o cultivo limitado da planta da cannabis, matéria-prima da droga, dentro da casa do usuário.
Este é o segundo projeto sobre descriminalização da maconha que começa a tramitar na Câmara no intervalo de um mês. No final de fevereiro, outro projeto semelhante, de autoria do deputado Eurico Júnior (PV-RJ), foi protocolado na Casa. No Senado, o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) anunciou, também em fevereiro, que levará para discussão projeto de iniciativa popular sobre a regulamentação do uso da maconha.
O que diz a lei atual sobre drogas
Pela lei 11.343/2006, o traficante - aquele que produz, fabrica, transporta, importa ou vende drogas ilícitas -, está sujeito a pena de 5 a 15 anos de prisão. Já no caso do usuário, aquele que for preso com quantidade da droga suficiente apenas para consumo pessoal ou que mantém pequena plantação para produzir droga em casa, a pena pode ser de advertência, prestação de serviços comunitários ou comparecimento a programa de medida educativa.
Apesar de fazer a diferenciação entre o traficante e o usuário, a lei não impõe o limite sobre a quantidade de droga a partir da qual um caso pode ser classificado como tráfico. Cabe ao juiz decidir, com base na quantidade da droga apreendida, nas circunstâncias da apreensão, nos antecedentes criminais do acusado e no contexto social no qual ele se encontra.
A proposta de Jean Wyllys estabelece que cada pessoa pode cultivar até 12 pés de cannabis em casa para consumo próprio, sendo que seis plantas devem estar prontas para a colheita e outras seis imaturas. O produto colhido deve render, no máximo, 480 gramas da droga e fica isento de registro e inspeção pelo governo.
Pelo projeto, no varejo, a venda de maconha fica limitada a 40 gramas mensais por indivíduo. O texto não especifica como deve ser feito o cadastro de compradores para exercer esse controle.
O texto também estabelece que caberá ao Ministério da Agricultura a responsabilidade pelos trâmites de registro e padronização do comércio de cannabis e derivados, além da responsabilização pela inspeção. Já a inspeção de aspectos sanitários da droga ficaria a cargo do Ministério da Saúde.

"A regulação que este projeto de lei propõe não 'libera a maconha', que já é livre, mas estabelece regras para sua produção e comercialização baseadas em critérios técnicos e científicos, bem como nas experiências de políticas públicas que foram bem sucedidas em outros países. E seu efeito não será o aumento ou a redução da quantidade de usuários ou de comerciantes", diz Wyllys na justificativa do projeto.

Segundo o projeto, os locais de venda de maconha, para uso recreativo ou medicinal, devem ser licenciados. No caso da venda medicinal, deve haver receita médica. Fica proibida a criação de qualquer tipo de registro ou a coleta de dados sobre consumidores de drogas que incluam qualquer tipo de identificação pessoal.

A proposta também prevê que se crie o Conselho Nacional de Assessoria, Pesquisa e Avaliação para as Políticas sobre Drogas, que será mantido com recursos dos impostos recolhidos pela comercialização de produtos da cannabis. O órgão deve auxiliar outras repartições públicas nos estudos de políticas sobre drogas e tem entre suas prerrogativas a atribuição de recomendar ao governo a retirada de outras substâncias da lista de drogas ilícitas.
O texto faz, ainda, uma série de alteração na lei 11.343, que cria o Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas. Uma das alterações é a que reduz de cinco para quatro anos de prisão a pena mínima para quem produz, fabrica, importa ou vende drogas ilícitas, exclusivamente para os casos de fim de obter lucro. Na legislação atual, a pena de cinco anos de prisão vale também para quem fornece a droga gratuitamente.
"Consideramos este projeto um primeiro passo de uma mudança mais profunda que deve continuar, já que somos favoráveis à regulação de todas as drogas, o que deverá chegar após um amplo processo de debate, conscientização e construção de um modelo alternativo ao atual, evidentemente fracassado", informa o texto de Jean Wyllys.
 Comentário:
Eu não estou de acordo com a venda da maconha legalizada.Concordo sim que os usuários iram aumentar...Conheci uma pessoa que apoiava a legalização da produção e da venda da maconha então eu pedi que ela me desse argumentos e ela disse o seguinte:Os usuários de maconha precisam subir na favela pra comprar então porque não ter uma loja especifica para isso?
Esses dias eu li uma reportagem que falava que uma menina escoteira que vendia biscoitos criou a estrategia de vender em frente a essas lojas legalizadas e ela bateu o record de vendas em 2 horas.
Harborside Health Center, em Oakland, na Califórnia. É o maior estabelecimento de venda legal de maconha do mundo.

  

Como é o dia a dia numa escola dos EUA?

Fonte:Mundo estranho
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DIA LONGO
Nas escolas norte- americanas, os alunos estudam em período integral – das 8 às 16 horas – e não existe horário noturno. Cada aula dura aproximadamente uma hora e há seis ou sete disciplinas por dia.No total, são cerca de oito horas de ralação
INDEPENDENTES
Na época do Ensino Médio, que por lá se chama high school (do 9o ao 12o ano), a maioria dos estudantes já tem carteira de habilitação e vai para a aula dirigindo seu próprio carro – nos EUA, a carta de motorista pode ser tirada aos 16.Os alunos também têm liberdade de sair para dar uma voltinha nos intervalos
ESTUDANTES NÔMADES
Na high school, os professores é que recebem os alunos na sala de aula. A galera não tem carteira fixa e precisa carregar o material de uma classe para outra. É por causa do vaivém de gente e de material que existem os armários com cadeados no corredor, onde é possível guardar os pertences
- Depois do ataque de Columbine, em 1999, algumas escolas instalaram detectores de metal para evitar atiradores
HORA DO RANGO
O intervalo serve para os alunos almoçarem. Ele acontece entre 12 e 14 horas. Nos bandejões, os alunos formam fila e pagam, em média, US$ 2 pelo almoço. Os estudantes que não têm condições de pagar recebem um auxílio da escola
QUER MAIS?
lém das aulas optativas, os alunos podem participar de clubes de estudo após o fim das aulas. Neles, há cursos como liderança, redação e debate político. Todos eles podem dar créditos ao aluno, mas, caso esteja pendurado em alguma disciplina, a escola pode recusar sua inscrição
ANO LETIVO
O ano letivo dos norte-americanos começa em agosto ou setembro e termina em maio ou junho. As férias deles são em julho (para aproveitarem o verão), com alguns dias de descanso entre o Natal e o Ano-Novo
VOCÊ MANDA
Nos EUA, os alunos escolhem o que querem estudar. Há disciplinas obrigatórias, como matemática, inglês, ciências, história, economia e governo dos EUA. O resto são aulas optativas, como educação artística, música, esportes e teatro. Em certas escolas, é possível aprender cuidados com horta, marcenaria e culinária
PUNIÇÃO
Há seis tipos de punição para os alunos baderneiros. Elas vão desde o simples comunicado no caderno, que precisa ser assinado pelos pais, até as detenções, em que o aluno precisa ficar por algumas horas ou mesmo um sábado inteiro na escola, estudando. E há também as suspensões e expulsões, iguais às do Brasil
-Entre os esportes optativos, o futebol só pode ser praticado por meninas,enquanto o futebol americano é exclusivo para os meninos
O BOLETIM
A partir do quinto ano, as notas nos EUA vão de A a F:
A - De 90 a 100 pontos
B - De 80 a 89 pontos
C - De 70 a 79 pontos
D - De 60 a 69 pontos
F - Abaixo de 59 pontos
Comentário:
Muito diferente o estilo de disciplina usado nos EUA comparado ao Brasil.Na minha opinião o modo usado é melhor mas,acho eu muito difícil isso conseguir bons resultados no Brasil imagina:A maioria dos alunos brasileiros não são dedicados agora o que iria acontecer se fosse permitido escolher as matérias? Nem preciso dizer o resultado de tudo isso né?Acho que nós não estamos preparados pra impor esse estilo.

 

Siamesas abandonadas em hospital por oito anos têm a chance de fazer cirurgia de separação

As gêmeas são unidas pela cabeça 
Extra Online

Aos oito anos de idade, as gêmeas siamesas Vani e Veena finalmente terão a chance de fazer uma cirurgia de separação. As meninas foram abandonadas pelos pais, recém-nascidas, em um hospital na cidade de Hyderabad, na Índia. O casal não podia arcar com os custos de saúde das irmãs.
As duas viveram por oito anos no quarto do Hospital Niloufer. Elas recebiam os cuidados da equipe de enfermagem do lugar. Agora, o pai Maragana Murali, 45 anos, e a mãe Naga Laxmi, de 40, voltaram para autorizar a cirurgia de separação das meninas.
“Eu achei muito duro deixar os médicos operarem minhas filhas antes, porque eles não me deram nenhuma garantia de que elas sobreviveriam”, explicou Naga, segundo informações do jornal “Daily Mail”. “Mas agora que elas estão mais velhas, eu percebi que não podem continuar assim. Estou rezando para que sobrevivam e voltem para casa conosco”, acrescentou a mãe.

As indianas vivem no hospital
Ainda de acordo com a publicação, Naga estava inconsciente quando as filhas nasceram, em outubro de 2003. Quinze dias depois, ela acordou e caiu em prantos quando viu que as filhas estavam unidas pela cabeça. “Não parei de chorar por meses”, lembrou. Os médicos quiseram operar as meninas na época, mas não deram garantias de que elas sobreviveriam, então o casal recusou o procedimento.
Naga diz que ela e o marido não queriam deixar as filhas no hospital, mas não tiveram outra alternativa. “Mal tínhamos dinheiro suficiente para manter um teto sobre nossas cabeças. Nossa única esperança era que o hospital as salvasse”.
Veena e Vani continuam vivendo no hospital, mas os pais as visitam sempre que podem. Naga tem ficado com as gêmeas por dias, porque está difícil deixar as duas sozinhas de novo. “Às vezes me pego chorando por elas”, contou a mãe.

As siamesas querem a separação
Narendra Kumar, cirurgião pediatra do hospital e amigo das gêmeas, está procurando um especialista internacional para fazer a operação. “Não temos neurologista no hospital, então estamos procurando por um”, explicou ele.
O médico disse ainda que as irmãs não compartilham nenhuma parte do cérebro, o que torna o procedimento possível. “As meninas sonham em ser separadas, então esperamos realizar o desejo delas”, disse Kumar.
Comentario: 
Sem dúvidas se eu fosse uma gemia siamesa eu gostaria de me separa de minha irmã,Espero que  elas possam fazer a cirurgia com um resultado positivo em ambas partes.Isso afeta o modo delas viverem como podemos observar na foto só uma consegue aparecer sua cabeça na foto.Fiquei muito contente em saber que o hospital abrigou as duas.




Cerca de 400 mil adolescentes devem ser imunizadas contra o HPV no RJ

A partir desta segunda-feira (10), meninas de 11 a 13 anos recebem vacina.
Estimativa é da Secretaria Estadual de Saúde.



Do G1 Rio




A partir desta segunda-feira (10), meninas de 11 a 13 anos terão direito a receber gratuitamente a vacina contra o HPV (Papilomavírus Humano), responsável por 95% dos casos de câncer de colo de útero, segundo mais comum entre a população feminina, atrás apenas do câncer de mama. No estado do Rio de Janeiro, segundo a Secretaria Estadual de Saúde, a estimativa é imunizar cerca de 400 mil adolescentes contra o HPV. As doses serão oferecidas nos postos de saúde.
Na avaliação do superintendente de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde, Alexandre Chieppe, a expectativa é de que com a imunização contra o HPV a incidência de câncer de colo de útero no estado do Rio de Janeiro comece a cair em alguns anos. "Para isto, é necessário que as mulheres que se enquadram na faixa etária preconizada recebam as três doses da vacina", explica.
O HPV é um vírus transmitido durante a relação sexual, que inclui contato oral-genital, genital-genital ou mesmo manual-genital. Assim sendo, o contágio pode ocorrer mesmo na ausência de penetração vaginal ou anal. Também pode ser transmitido da mãe para filho no momento do parto. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), aproximadamente 291 milhões de mulheres no mundo são portadoras do HPV. No Brasil, cerca de 685 mil pessoas são infectadas por algum tipo do vírus a cada ano.
A infecção normalmente causa verrugas de tamanhos variáveis. Nas mulheres, os sintomas mais comuns surgem na vagina, vulva, região do ânus e colo do útero. Nos homens, é mais comum na cabeça do pênis e na região do ânus. As lesões do HPV também podem aparecer na boca e na garganta. No entanto, homens e mulheres podem estar infectados sem apresentar sintomas.
Tratamento 
O vírus do HPV pode ser eliminado espontaneamente, sem que a pessoa saiba que estava infectada. Uma vez feito o diagnóstico, o tratamento pode ser feito com medicamentos ou cirúrgico. O câncer de colo de útero é o crescimento anormal de células do útero. Essas alterações têm como principal causa a infecção por alguns tipos de HPV. Para prevenir a contaminação, o ideal é fazer acompanhamento regular com o médico, realizar exames preventivos e usar preservativos durante relação sexual.

Comentário:
Eu já tomei as 3 doses e eu não tive nenhuma reação como muitos estão falando.Acho muito bom o governo investir na saúde(até porque estamaos precisando né?)Em meu colégio não teve a campanha infelizmente..Acho que todas as mulheres não importando a idade deveriam ser vacinadas.
Conheça a história da bailarina Claudia Mota

Apaixonada pela dança, ela superou uma hérnia de disco para continuar nos palcos

 



Ser escolhida primeira bailarina do Theatro Municipal é só para quem faz mais, muito mais. Os obstáculos de Claudia Mota, personagem do episódio final de "Faça Dança", são diários. Ano passado, às vésperas de realizar um de seus maiores sonhos, dançar da Cia Internacional de Dança, ela descobriu uma hérnia de disco.
Mas Claudia não se abateu e se recuperou a tempo, provando para si mesma da sua capacidade de superação.

Entre todos os prêmios nacionais e internacionais, como o de Melhor Bailarina da América Latina, Cláudia considera o apoio de seus familiares o maior de todos os reconhecimentos.
fonte:Multishow
Comentário:
Histórias de superações são sempre bem vindas.Eu gosto de acreditar que mesmo com obstáculos nós sempre podemos alcançar nossos objetivos.A hérnia de disco ocorre quando todo, ou parte, de um disco na espinha é forçado a atravessar uma parte mais fraca do disco. Isso gera pressão nos nervos vizinhos.O que eu não gostei nada de descobrir é que ela pode ser causada pelo ballet.Imagina vc ter que parar de dançar por culpa de um esforço na aula.

quinta-feira, 20 de março de 2014

Mendiga saudita deixa 'herança' milionária

Fortuna da mulher, que morreu aos 100 anos, inclui moedas de ouro, joias e diversos imóveis.

Após a morte de uma mulher que passou décadas mendigando nas ruas de Jeddah, na Arábia Saudita, as autoridades tiveram uma surpresa. Eles descobriram que Eisha, como era conhecida, tinha uma fortuna secreta em moedas de ouro, joias e imóveis.
Segundo o jornal local Gazeta Saudita, ela acumulou uma fortuna equivalente a US$ 800 mil (R$ 1,8 milhão), incluindo quatro prédios na cidade.
Fortuna da mulher, que inclui joias e diversos imóveis, está agora nas mãos das autoridades (Foto: Getty Images)Fortuna da mulher, que inclui joias e diversos imóveis, está agora nas mãos das autoridades
A notícia chocou a grande maioria dos moradores que vivem nos bairros em que Eisha, que tinha 100 anos, costumava mendigar, exceto por Ahmed Al-Saeedi, um amigo de infância da mulher que a ajudava a cuidar de seus bens.
Segundo ele, boa parte da riqueza da amiga foi acumulada quando ela mendigava ao lado da mãe e da irmã - ambas já mortas. "As pessoas se solidarizavam com elas. E elas acabavam recebendo muitas doações, especialmente durante o Eid (feriado religioso muçulmano)", disse.
Saeedi disse ainda que ele tentou por diversas vezes convencer a amiga de deixar a mendicância. "Eu pedia para ela desistir de pedir esmolas, já que ela tinha muito dinheiro, mas ela sempre se recusava, dizendo que estava se preparando para tempos difíceis."
Várias famílias que moram nas propriedades de Eisha disseram que ela nunca lhes cobrou aluguel. Ainda não está claro se eles serão expulsos, já que toda sua "herança" - incluindo os imóveis - está agora na mão das autoridades.
Fonte :G1
Comentário:
Impressionante!Como uma pessoa mendiga sendo que não precisa?
Certamente se algum dia eu encontrasse nem ia pensar na hipótese da mendiga ser milionária.Certo eu não achei o modo dela ganhar dinheiro!Porque na verdade o dinheiro que ela ganha são esmolas acumuladas.Uma  coisa é você ser morador de rua sem ter o que comer e pedir esmola mas, é totalmente diferente do que eu ter dinheiro e consiguir mais através da solidariedade das pessoas.